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Polícia procura por empresário suspeito de abuso sexual de crianças na Zona Oeste


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O Portal dos Procurados do Disque Denúncia divulgou, na madrugada desta terça-feira, uma cartaz que visa auxiliar a 17ª DP (São Cristóvão) com informações que possam levar a prisão do empresário do ramo de telecomunicações David Marcony Franco Nascimento, de 37 anos, acusado de estuprar seis crianças. Três das vítimas são irmãos, e outras três primos deles. Segundo a polícia, ele dava remédios para as crianças dormirem.

Em depoimento na delegacia, a mãe das crianças contou que eles estavam morando na casa do empresário junto com a avó, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, que era mãe de criação de David, tio das crianças. David teria oferecido a casa depois que ela se separou e não tinha para onde ir.

Os estupros, de acordo com a polícia, foram revelados quando uma das vítimas, uma menina de 12 anos, revelou a uma tia que vinha sofrendo abusos por parte de David. Ao ser alertada, a mãe da criança questionou os outros filhos e descobriu que ambos, de 7 e 10 anos, também tinham sido violentados pelo empresário, e então denunciou o crime à polícia. Os abusos duraram por cerca de oito meses, de novembro de 2018 até o dia 9 de junho, quando ocorreu o último episódio, segundo as investigações.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Hilton Alonso, as crianças dormiam sempre no quarto de David, onde tinha doces e videogames para atraí-las. Segundo Hilton, uma vítima não sabia da outra, porque normalmente ele escolhia uma dos três para dormir lá e o abuso acontecia entre quatro paredes. Além dessas três crianças, a polícia descobriu que outros três menores, que frequentavam a casa nos finais de semana, também eram abusados.

Há um mandado de prisão pelo crime de estupro de vulnerável contra David. Somadas, as penas sobre ele podem chegar a 85 anos de prisão.

A polícia solicita que aqueles que tiverem informações sobre o paradeiro de David, denunciem pelos canais: (21) 2253-1177; pelo Whatsapp (21) 98849-6099; pelo Facebook https://www.facebook.com/procurados.org/; ou pelo aplicativo Disque Denúncia.

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