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Rio Acre marca 2,38m e Defesa Civil alerta para falta de chuva na capital


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A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Rio Branco alerta para a intensificação da estiagem neste verão amazônico. De acordo com o tenente-coronel George Santos, Chefe da Defesa Civil da capital, não chove em Rio Branco desde o dia 4 de junho e a projeção é de seca para as próximas semanas. “Estamos há 38 dias sem chuvas na região e não há previsão de chuva até o próximo dia 23 de julho”, informou George Santos.

Um importante problema do período é o desabastecimento de água potável. O Rio Acre, o principal manancial abastecedouro de Rio Branco, marcou na manhã desta quinta-feira, 12, seu 3º menor nível para a data desde 2005: 2.24 metros. Nesse contexto, a Defesa Civil alerta para o uso racional da água.

Além disso, a baixa umidade pode causar problemas de saúde e induzir outros danos: pele, olhos, nariz e gargantas secos, indisposição e incêndios: algumas manifestações típicas de baixos índices referentes à umidade relativa do ar.

De acordo com George Santos, a redução da umidade relativa do ar é decorrente da friagem que atinge o Acre nos últimos dias. A queda gera stress no solo e na vegetação, fenômeno que facilita a propagação do fogo durante as queimadas urbanas. Essas queimadas vem ocorrendo em menor quantidade neste princípio de verão amazônico quando se compara ao mesmo período de 2017, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) mas o combate a elas é intensificado à medida que a estiagem avança.

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