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Agronegócios

Produção brasileira de feijão e pulses deve diminuir

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O rendimento de 2018/2019 da produção brasileira de feijão e pulses deverá cair em relação ao ano passado devido à redução da área e às más condições climáticas, segundo informou um relatório produzido e divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). De acordo com o texto, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores globais de grãos secos comestíveis.

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“Para preencher a lacuna devido à menor produção, a Argentina será a principal fornecedora de feijão para o Brasil. Feijões secos e pulses fazem parte da dieta nacional e, juntamente com o arroz, oferecem uma fonte proteica alternativa para a população de baixa renda”, informou o relatório.

O Feijão é cultivado em quase todos os estados brasileiros. No entanto, a produção está concentrada em cinco estados, que representam quase 70% da produção total do Brasil. A estimativa mais recente para a safra 2018/2019 da produção brasileira total de grãos secos é de 3 milhões de toneladas, distribuídas em três épocas distintas (seca, chuvosa e inverno).

“Apesar de uma diminuição na área cultivada, a produção permaneceu relativamente constante em torno de 3 milhões de toneladas por ano nos últimos cinco anos devido aos maiores rendimentos”. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sua nova versão de feijão geneticamente modificado provavelmente contribuirá para maiores rendimentos e produção.

“O Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de feijão e pulses do mundo. No Brasil, os feijões secos são geralmente consumidos com arroz, que combinados constituem uma refeição de baixo custo e alta nutrição usada por famílias de baixa renda como alternativa ao consumo de carne”, conclui o USDA.

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