Conectado por
Governo de Rondônia

Geral

Polícia Civil realiza fiscalização para verificar preços abusivos em postos de combustíveis

Publicado por

em


Continua após a publicidade

Policiais da Delegacia do Consumidor e servidores do Procon-MT iniciaram na manhã desta segunda-feira (28) uma fiscalização em postos de combustíveis de Cuiabá para verificar se está havendo cobrança de preços abusivos, em decorrência da escassez de gasolina, etanol e óleo diesel ocasionado pela greve dos caminhoneiros.
De acordo com a Polícia Civil a fiscalização vai ser feita em vários postos da capital, além de supermercados para evitar que empresários elevem o preço dos combustíveis e de outros produtos sem justa causa, que é uma infração, segundo a Lei Federal 8.078/90.

Nas redes sociais, várias pessoas de Cuiabá estão reclamando dos valores altos que o etanol e a gasolina estão chegando até as bombas após o início da greve.

Em nota, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Mato Grosso (Sindipetróleo) manifestou repúdio a prática de preços abusivos nas vendas de combustíveis no contexto da atual crise de abastecimento. 

A baixada cuiabana vem sofrendo com a falta de combustíveis desde o primeiro dia de greve dos caminhoneiros, que nesta segunda-feira completa oito dias. Nas primeiras horas da manhã de hoje, 100% dos postos dos postos da cidade ficaram sem combustíveis.

No fim desta manhã, caminhões-tanques começaram a chegar em Cuiabá para abastecer alguns postos de combustíveis, onde se forma filas grandes de carros. Uma manifestação de apoio aos caminhoneiros também foi realizada na região central.

A greve dos caminhoneiros foi proposta pela Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e iniciou na manhã da última segunda-feira (21), em razão dos pesados impostos e do baixo valor dos fretes. A categoria afirma que enfrenta uma grave crise e articula ações em todo o país para evidenciar o descontentamento com a atual política econômica.A

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *