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Botelho: “No país teremos muitas divergências, mas não em MT”


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O deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) afirmou que prevê um cenário permeado por divergências nos estados em 2022, quando da escolha de quem será o candidato à presidência da República da nova sigla – União Brasil –, mas negou que o desconforto chegue à eleição para o Governo de Mato Grosso.

Resultado da fusão entre o DEM e o PSL, o partido União Brasil teve a criação aprovada por lideranças das duas legendas na última semana. Um dos objetivos da união, aliás, seria lançar um candidato à Presidência como terceira via.

“No país, evidentemente que terá muitas divergências. Por exemplo, ontem na convenção o [ministro do Trabalho] Onyx Lorenzoni, que é do DEM, se opôs à fusão porque queria que o partido apoiasse o [Jair] Bolsonaro”, afirmou.

O PSL já estava na base do governador Mauro Mendes. Então, não teremos problema nenhum. Aqui, ganhamos força, corpo para a sucessão de Mauro Mendes

“Então, vai ter divisões pontuais em alguns estados, principalmente em relação às questões presidenciais”, completou.

Em Mato Grosso, o “superpartido” defenderá a reeleição do governador Mauro Mendes (DEM) – ainda que ele não tenha se colocado, até o momento, como candidato –, e o parlamentar não crê em maiores problemas na condução desse projeto.

“Eu creio que aqui estamos bem alinhados, PSL e DEM. O PSL já estava na base do governador Mauro Mendes. Então, não teremos problema nenhum. Aqui, ganhamos força, corpo para a sucessão de Mauro Mendes”, avaliou.

Botelho ponderou, no entanto, que o fato de haver deputados estaduais do PSL que são bolsonaristas pode gerar algum tipo de conflito.

“Teremos que esperar para ver quem serão os possíveis candidatos, ver se o União não vai ter um candidato. Essa será a grande discussão”, disse.

Casamento entre história e força

De acordo com o democrata, a fusão das duas legendas pode ser comparada com um casamento entre história e força. Segundo ele, o PSL chegou ao tamanho que tem hoje impulsionado pela candidatura de Bolsonaro à presidência, em 2017.

“Com saída do Bolsonaro, o PSL ficou muito grande, mas sem uma cabeça e sem objetivo. E aí, foi feita a fusão com DEM que é um partido histórico, mas que também um partido que não estava tão forte. Juntou-se a história do Democrata com a força do momento, que é o PSL”, afirmou.

União Brasil

A partir da criação do “superpartido” será formada uma comissão instituidora, que enviará o processo de fusão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A expectativa é que o partido seja oficializado pela Justiça até fevereiro e já tenha número nas urnas nas eleições do ano que vem.

O União Brasil nasce com 81 deputados federais e se tornará a maior bancada da Câmara Federal, desbancando o PT que, desde 2010, ocupa o posto.

Em Mato Grosso, o cenário se repetirá e a nova sigla terá também a maior bancada, com seis parlamentares: quatro do PSL e dois do DEM.

Midianews.com.br

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