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Quem são os trabalhadores das obras que impulsionam a expansão energética de Rondônia


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Conheça a história de Aislan, Fernando e Martha Alyce que participam da construção e modernização de 25 subestações

No campo, ao longo das rodovias, na margem dos rios, mais de 2 mil torres de transmissão de energia serão construídas por todo o estado até o fim do ano, graças ao trabalho de mais de centenas de trabalhadores.

São Jovens, homens e mulheres, mais maduros ou começando a carreira, engajados no plano de transformação da infraestrutura elétrica de Rondônia, que está recebendo R$ 1, 747 bilhão em investimentos da Energisa e vai entregar mil quilômetros de linhas de alta tensão em 2021, além das 21 subestações e linhões entregues em 2019 e 2020.

Aislan Kelvin Guilherme de Laia, com apenas 30 anos de idade, é o engenheiro civil responsável pela construção de subestações e fundações das torres de energia, que podem chegar a 110 metros de altura e pesar mais de 20 toneladas. Ele explica que essa é uma parte crucial do projeto em que as características do solo, localização do terreno e material utilizado são cruciais para que as torres fiquem em pé. “A fundação é tudo, porque ela suporta o peso e esforços de cada estrutura e distribui corretamente ao solo.

Claro, isso envolve muito cálculo e estudo, mas também é preciso conhecer a região”. Natural de Cacoal, o jovem engenheiro abandonou a faculdade de Direito, apesar dos protestos da família de advogados, e se dedicou à engenharia. “Desde garoto eu já amava os números e quando o curso de engenharia civil abriu na minha cidade, logo me inscrevi. A paixão falou mais alto”, afirmou.

Apesar de estar há apenas dois anos na Energisa Rondônia, sua experiência anterior em construtoras do segmento e no serviço público o capacitaram para estar à frente de projetos importantes para expansão energética de Rondônia. “Estou atuando na construção de 25 subestações, junto com uma equipe empolgada para ver nosso estado crescer”, acrescentou.

A jovem, mas experiente engenheira eletricista Martha Alyce Vilhalba Souza mostra que a área de exatas também atrai mulheres. Cálculos, planilhas e projetos não colocam medo na profissional que escolheu a engenharia, apesar de também ser formada em Direito. “É um mundo fascinante, porque a gente avalia a viabilidade técnica, planeja como executar, prospecta o futuro e depois vai lá em campo construir”, declarou.

Alyce é responsável por acompanhar a gestão de 22 projetos de construção de subestações e diretamente responsável pela execução das subestações de Jaci-Paraná, União Bandeirantes, Vista Alegre, Extrema e Nova Califórnia, além de uma ampliação na subestação Rio Madeira fundamental para dar segurança no fornecimento para as novas unidades.

“A gestão é fundamental para que todos os projetos caminhem dentro do prazo. Apesar do cenário adverso da Covid-19, conseguimos seguir o nosso planejamento e até antecipar algumas fases, como a subestação de Bom Futuro que entrou em funcionamento parcialmente na primeira quinzena de julho”, disse.

A paixão pelos números, por construir e consertar máquinas surgiu na infância para Fernando Spironello, engenheiro eletricista da Energisa. Motivado pelo avô, ele aprendeu a usar ferramentas ainda criança. “Os vizinhos traziam os eletrodomésticos para ele consertar.

Ai a gente desmontava, montava e meu avô me ensinava como os equipamentos funcionavam. Então aprendi muito na prática com ele”. Spironello lembra que o avô faleceu ainda na época que cursava faculdade, longe de casa. O avô continuou sendo motivação para enfrentar momentos difíceis. “Ele sempre me incentivou, foi a figura paterna que tive na infância”, completou.

Spironello participou do planejamento das obras dos linhões e subestações já entregues pela Energisa em Rondônia nos últimos dois anos. Além de contribuir para programação das 25 que estão em andamento nesse ano no estado.

Seu conhecimento técnico e habilidade em trabalhar equipe, o promoveram a supervisão da manutenção das subestações localizadas em Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Dimensão e Nova Mutum.

“É uma grande responsabilidade, mas também é muito gratificante, porque aprendo mais a cada dia. A modernização das subestações que ajudei a executar melhorou a qualidade da energia na região, inclusive a minha”, afirmou.  De acordo com dados da concessionária, o tempo de falta de energia reduziu para menos da metade em 43 dos 52 municípios comparando 2020 com o ano anterior.

 

 

Texto Comunicação

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