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Cuiabá-MT

Primeira-dama diz que aceitar comando da secretaria da Mulher limitaria ações sociais no município

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Primeira opção do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) para assumir a Secretaria da Mulher, pasta que está na minirreforma administrativa encaminhada pelo Executivo à Câmara Municipal, a primeira-dama Márcia Pinheiro explicou que não aceitou o cargo para não limitar o trabalho social que realiza no município.

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“Eu ficaria muito focada somente ali. Acho que me privaria de outras coisas que eu quero fazer na gestão ajudando o Emanuel. Então ficando na secretaria da Mulher eu teria que ficar com políticas somente para as mulheres e, no entanto, hoje, eu trabalho como um todo”, afirmou a primeira-dama, que garantiu que irá ajudar o prefeito a encontrar um nome para pasta.

“Tem vários nomes e estamos pensando. Tem muitas mulheres empenhadas em políticas públicas, trabalhando contra a violência doméstica. Estamos avaliando e creio que na semana que vem vamos definir. Precisamos de alguém que tenha este entendimento que realmente promova políticas públicas e que tenha este olhar para mulher. Todas decisões nós tomamos em conjunto, sempre conversamos muito. Nunca fui de impor, o político é ele, mas sempre conversamos pelo melhor da capital”, disse.

Para a criação da pasta, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) justificou a necessidade de reconhecer o empoderamento feminino e garantir a participação de mulheres em políticas públicas, com capacidade produtiva e igualdade de gêneros.

A reforma administrativa proposta pela Prefeitura de Cuiabá foi encaminhada para a Câmara Municipal no início de outubro e prevê a extinção das Secretarias de Serviços Urbanos e Extraordinária dos 300 Anos. Serão criadas as Secretarias da Mulher e de Turismo.

“As mudanças tem o foco na área social. Queremos investir e potencializar ainda mais na assistência social e na humanização dos serviços da Prefeitura de Cuiabá, valorizando ainda mais os mais carentes, promovendo a inclusão e a justiça social. Continuaremos executando muitas obras, como temos feito, mas esse projeto tem o foco no social, na humanização, na valorização dos mais humildes, mais carentes e vulneráveis que é o conceito da nossa gestão”, afirmou Emanuel Pinheiro.

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