Conectado por

Amazonas

Governo recomenda restrição de acompanhantes e visitas em unidades de saúde de Manaus para evitar aglomeração

Publicado por

em

O governo recomendou a restrição de acompanhantes e visitas em hospitais do estado e em serviços ambulatoriais para minimizar a circulação de pessoas e reduzir o risco de disseminação da Covid-19 no estado. Em unidades de atendimento de referência da doença ficou determinada da suspensão de visitantes. A medida foi anunciada em uma nota técnica divulgada na terça-feira (27).

Continua após a publicidade

O sistema público de saúde do Amazonas voltou a lotar por conta de internações de Covid-19. Nesse fim de semana, o Hospital Delphina Aziz, referência no tratamento da doença, teve quase 100% de taxa de ocupação. Dias depois, o Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) denunciou uma série de irregularidades no tratamento e internação de pacientes. Vídeos gravados dentro do Hospital 28 de Agosto mostram macas amontoadas, aglomeração entre pacientes e acompanhantes.

As principais recomendações da nota técnica incluem a presença de acompanhante para alguns tipos de pacientes, como menores de 18 anos, maiores de 65 anos e mulheres no pré-parto, parto e pós-parto.

Os acompanhantes, quando autorizados, devem passar por triagem de sintomas respiratórios antes de entrar na unidade hospitalar e obedecer a critérios, como não apresentar sintomas gripais e não ter tido contato com infectados pelo novo coronavírus.

A nota técnica aponta que foram suspensas as visitas em hospitais de referência para tratamento de Covid-19 e em unidades que não possuem fluxo diferenciado para circulação de demais pacientes e acompanhantes.

Em caso de unidades que ainda continuem recebendo visitas, é necessário observar o uso de máscara de proteção respiratória, higiene pessoal e constante das mãos com água e sabão, etiqueta da tosse, restrição da visita apenas ao quarto/box do paciente ou áreas designadas pelo serviço, além do uso apropriado de Equipamento de Proteção Individual (EPI), de acordo com a política atual de visitantes da instituição.

G1