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Amazonas registra redução nos casos de dengue, chikungunya e Zika


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Último relatório divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas traz comparativo dos nove primeiros meses de 2018 com números de 2017.

O Amazonas registrou redução significativa no número de casos de dengue, chikungunya e vírus zika, nos primeiros nove meses deste ano, em comparação com o mesmo período de 2017. Os casos de dengue tiveram queda de 42%, enquanto os de zika vírus registraram diferença de 33%. Nos casos de chikungunya, a redução foi de 71,8%.

De dengue foram 4.147 casos notificados em 2018, contra 7.201 em 2017. De Zika, foram 430 casos este ano contra 644 registrados em 2017. Os casos de chikungunya caíram de 544 no ano passado para 153 notificações em 2018.

O levantamento foi apresentado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), no Boletim Epidemiológico de Monitoramento de Doenças Transmitidas por Aedes aegypt, divulgado nesta quarta-feira (17).

Segundo Bernadino Albuquerque, o diretor-presidente da FVS, este é o nono mês que os indicadores demonstram a redução no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, porém, ele alertou que o mosquito ainda continua infestando os quintais das casas.

“É preciso reforçar a contínua atenção com as ações de controle, realizadas semanalmente, com a eliminação dos depósitos que sirvam de criadouros para proliferação do mosquito”, afirmou.

Os vírus são transmitidos pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti, e provocam sintomas parecidos, como febre, manchas vermelhas, dor de cabeça e nas articulações, além de diarreia. A dengue é considerada a doença mais grave, das três causadas pelo mosquito, por ter a maior incidência no Estado. No Amazonas, circulam quatro sorotipos diferentes do vírus da dengue. As formas mais graves podem levar à morte.

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