A situação do Hospital Pronto-Socorro João Paulo II é um tema central e histórico no debate político do estado devido a problemas crônicos de superlotação e infraestrutura precária. Paralelamente à promessa de reconstrução, a gestão estadual atual enfrenta desafios na área, incluindo o recente remanejamento de R$ 231,5 milhões do orçamento da Saúde que estavam originalmente previstos para o Hospital de Urgência e Emergência de Rondônia (Heuro).
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