Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho / Foto: Divulgação












O pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo União Brasil, Hildon Chaves, comentou em entrevista ao Extra de Rondônia os números divulgados pela pesquisa do Instituto Veritá, registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia sob o número 02673/26.

Além de aparecer em terceiro lugar na disputa pelo Governo do Estado com 21,7% das intenções de voto na pesquisa estimulada, Hildon também chamou atenção por não figurar entre os pré-candidatos com rejeição expressiva no levantamento divulgado pelo instituto.

Na pesquisa estimulada, o senador Marcos Rogério lidera com 42,5%, seguido do prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, com 22,2%, enquanto Hildon Chaves aparece logo atrás com 21,7%.

Já na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde sem receber uma lista prévia de candidatos, Hildon registra 11,1% das intenções de voto. Nesse cenário, Marcos Rogério soma 46% e Adailton Fúria aparece com 32,6%.

Outro dado que chamou atenção foi o índice de rejeição. Segundo o Instituto Veritá, Expedito Netto lidera a rejeição com 55,5%, seguido por Marcos Rogério com 27,2% e Adailton Fúria com 7,7%. Hildon Chaves não aparece entre os nomes com rejeição considerada expressiva na pesquisa.

Durante entrevista ao Extra de Rondônia, Hildon afirmou ter ficado impressionado com o resultado alcançado em pouco tempo de pré-campanha. “Estou impressionado, porque começamos há menos de quinze dias a percorrer o estado e nosso nome já aparece em terceiro lugar com mais de 21% das intenções de voto”, declarou.

O ex-prefeito de Porto Velho também agradeceu a receptividade da população e disse que pretende ampliar as visitas aos municípios rondonienses nos próximos meses. “Agora vamos percorrer Rondônia inteira para mostrar nosso trabalho, apresentar propostas e conversar com a população sobre o futuro do estado”, afirmou.

Segundo Hildon Chaves, a caminhada política será realizada ao lado do deputado estadual Cirone Deiró, apontado como pré-candidato a vice-governador no grupo político.

A pesquisa do Instituto Veritá ouviu 1.220 pessoas entre os dias 4 e 8 de maio, possui margem de erro de 3% para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.