Em meio ao intenso desgaste e desmoralização do Supremo Tribunal Federal pelo envolvimento nos escândalos do banco Master, o ministro Gilmar Mendes aumentou a indignação ao anular a quebra dos sigilos do fundo que ‘comprou’ a participação da empresa de Toffoli no resort de luxo Tayayá. Pouco depois da decisão, Gilmar Mendes ainda elogiou o ministro Alexandre de Moraes e chegou a chorar e dizer que o povo brasileiro deve agradecer ao ministro.
O ex-deputado estadual Douglas Garcia disse: “Surpreendendo um total de zero pessoas, num claro ato de conivência e proteção ao seu par, Gilmar Mendes vai na contramão da lisura processual e age de modo a blindar seus companheiros’.
O jurista Enio Viterbo afirmou:
“Não causa a menor surpresa o fato de Gilmar Mendes anular a quebra de sigilo do fundo que investigou na empresa do Toffoli.
Surpresa seria se ele tivesse o mínimo de respeito pela separação de poderes e não se comportasse como advogado de Toffoli.
Toffoli é Moraes.
Moraes é Gilmar”.
O senador Sergio Moro disse:
“Atualmente, as CPIs do Congresso fazem o seu trabalho e tentam investigar crimes graves, enquanto alguns Ministros do STF atuam para impedir as investigações.
O Min Gilmar Mendes acabou de suspender outra quebra de sigilo fiscal e bancário que poderia elucidar as relações entre o Banco Master e o Min. Dias Toffoli”.
O deputado André Fernandes disse: “Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo do Fundo Arleen, que comprou a participação de uma empresa da família do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá. Não é de se assustar que o índice de brasileiros que não confiam no STF só aumente”.
O senador General Mourão afirmou:
“A decisão do Ministro Gilmar Mendes de anular a quebra do sigilo do Fundo Arleen mostra que uma CPI perdeu totalmente a autonomia.
A maior ameaça a uma Democracia é a impunidade dos poderosos”.
A ex-deputada Alê Brasil se indignou:
“Porque a moral da história é essa:
A gente paga imposto pra essa galera montar puteiro de luxo. E quando são pegos, choram com medo da esposa.
O circo tá montado e os palhaços somos nós.
O ingresso foi o mais caro da sua vida.
Gilmar Mendes chamou o vazamento de “bárbaro”.
Sabe o que é bárbaro, Gilmar?
É ver ministro bebendo vinho de R$40 mil enquanto o SUS não tem gaze.
É ver senador de sunga com modelo enquanto professor ganha mil e poucos.
É descobrir que Brasília é um cabaré e nós somos os trouxas pagando.
Porque não era dinheiro do Vorcaro nessas festas, não.
Era SEU… Era MEU…
Rombo de R$50 bilhões. Fraude no INSS. Fundos de pensão quebrados.
E no meio disso: festa com vinho importado e “entretenimento adulto”.
Você achando que imposto ia pra saúde rsrs Foi…”
(...)
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