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Neri afirma que Bolsonaro deveria ter ficado neutro e lembra que Wellington apoiou o PT em 2018


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O deputado federal e pré-candidato ao Senado, Neri Geller (PP), negou qualquer tipo de constrangimento em desembarcar do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) e declarar apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele ainda apontou ingratidão por parte do atual chefe do Palácio do Planalto.

As declarações de Geller ocorreram em entrevista ao podcast do site Agência da Notícia.

“Ele declarou o apoio ao Wellington primeiro, então, ele não me quis lá. Ele deveria  ter ficado neutro, seria legítimo. Eu ajudei esse governo, e não foi pouco”, afirmou Neri Geller.

Para Geller, Bolsonaro teria como opção ter ficado neutro em relação ao pleito ao Senado em Mato Grosso. Disse ainda que, se comparar, foi mais aliado do presidente que o atual senador do PL, Wellington Fagundes.

“Ele resolveu apoiar quem apoiou o Haddad no primeiro e segundo turno da eleição passada. Eu apoiei o Alckmin no 1º turno e no 2º turno fiquei meio neutro, mas acabei apoiando o Bolsonaro”, colocou.

Neri colocou que, após a posição do presidente em preteri-lo no pleito ao Senado, passou a procurar seu caminho para viabilizar uma candidatura majoritária. “Ele não deve consideração comigo politicamente, então automaticamente, tive que procurar o meu caminho. E meu caminho se deu pelas vias de esquerda para viabilizar meu projeto ao Senado, única e exclusivamente para ajudar o Estado de Mato Grosso”, observou.

Além de apontar que esta foi a forma de viabilizar seu projeto político, Geller teceu elogios ao governo do PT nas ações pelo agro em Mato Grosso. Neri foi ministro da Agricultura no final do 1º mandato da ex-presidente Dilma Roussef, em 2014.

J1agora

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