‘Não tenho porque ‘chorar’. Só agradecer a deus’, diz Julio Olivar ao agradecer eleitores

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Cotado para assumir uma das 24 cadeiras na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), o ex-superintendente de Turismo do Governo Confúcio Moura, Júlio Olivar (PODE), usou as redes sociais para fazer um agradecimento aos seus eleitores e apoiadores da sua campanha que trabalharam fervorosamente durante as Eleições 2018.

“Mas, não tenho porque “chorar”. Só agradecer a Deus porque saí ileso da campanha, com saúde, disposição, sem processos e sem problemas. Fiz amigos e cada voto foi exatamente de um amigo ou conhecido. A estrutura foi quase nula! Única coisa que me preocupa é que nossa Assembleia continuará comprometida em sua atuação. Eu queria muito apenas contribuir com um novo jeito de fazer política. Mas vejo que certos temas não dão votos”, escreveu na noite de ontem (07) em sua página nas redes sociais.

Olivar comentou ainda que “O sistema favoreceu apenas quem tem mandato, recursos financeiros e que usou a máquina do próprio estado, das câmaras de vereadores e do fundo partidário. Fizemos a opção de entrarmos num partido sem identidade consolidada, sem recursos financeiros e sem tempo para propaganda na TV. Pagamos por isso. Não estou, contudo, justificando a pouca votação obtida. Não temos muitos votos, e ponto. No fundo, eu já esperava, pois muitos falharam conosco preferindo o caminho fácil da corrupção eleitoral em vez de apresentarem propostas”.

“Já presenciei muitas campanhas vitoriosas e derrotadas. E a conclusão que chego é sempre a mesma: vence quem tem lábia para falar qualquer coisa, sem pudores, e dinheiro para jogar fora. Vamos em frente, minha gente. Obrigado a todos e todas que me honraram com o seu voto (….) Grato, sobretudo, a quem andou comigo, quem me aconselhou, quem me deu forças, enfrentando tantas angústias e desafios. Somos guerreiros! E vencemos a guerra pela sobrevivência num campo inóspito que é a política, marcada por corrupção e mentiras. Vencemos porque continuamos íntegros em nosso imo. Somos do bem, e nada derrotará nossos princípios cristãos”, escreveu Olivar. 

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