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Suspeito de ter matado ex-prefeito de Ministro Andreazza, RO, é assassinato em bar da cidade

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Um homem de 33 anos morreu no final da tarde de terça-feira (24) após ter sido atingido por sete disparos de arma de fogo. No momento em que foi atingida, a vítima estava em um bar na área central de Ministro Andreazza (RO), município da Zona da Mata.

O delegado responsável pelas investigações, Osmar Marcelino, disse que a vítima iria a júri popular pelo homicídio do ex-prefeito da cidade, Neuri Persch, ocorrido no mês de janeiro de 2017. Polícia não tem suspeitas de quem tenha cometido o homicídio.

Os policiais estavam fazendo patrulhamento próximo ao hospital municipal, quando foram informados que em um bar próximo havia ocorrido um homicídio. Quando chegaram ao local, encontraram a vítima caída no chão e sem sinais vitais.

A polícia técnica de Cacoal (RO) esteve no local e constatou sete perfurações no corpo da vítima, sendo quatro na região do tórax e abdômen, duas no braço esquerdo e uma na cabeça. Também localizaram sete cápsulas de bala calibre 38.

Quando os policiais chegaram no bar, haviam várias pessoas próximas ao corpo, o que violou possíveis vestígios deixados no local. Com a chegada da PM, as testemunhas do crime começaram a se afastar, e quando questionadas sobre o ocorrido não quiseram se manifestar sobre o crime e nem sobre o autor.

Após os trabalhos necessários, o corpo foi liberado para a funerária de plantão e a ocorrência de homicídio foi registrada na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), que investiga o caso.

Segundo o delegado responsável pela Unisp, desde o momento em que o homicídio ocorreu, a polícia está trabalhando para desvendar o crime, ouvindo testemunhas. Ele contou que a vítima iria a júri popular pelo assassinato do ex-prefeito de Ministro Andreazza, Neuri Persch.

“Na verdade quem morreu, foi a pessoa suspeita de ter cometido o assassinato do ex-prefeito. Ele chegou a ser preso. Essa pessoa foi denunciada, pronunciada e iria a júri popular pela morte do Neuri. Tinham outras pessoas envolvidas também, todas foram presas na época, mas liberadas em seguida”, explicou o delegado Marcelino.

A vítima do assassinato, que iria a júri, estava aguardando o julgamento em liberdade provisória enquanto o processo transitava.

“Apesar de estar em liberdade, ele já havia sido pronunciado para ser julgado pelo tribunal do júri. Essa vítima é uma pessoa antiga na cidade e era investigado por outros crimes”, afirmou o delegado.

A polícia ainda não tem suspeitas de quem tenham praticado o crime, mas o delegado diz que estão trabalhando no caso para descobrir o autor o quanto antes. Para isso, estão contando com o apoio da delegacia regional.