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Presidente Laerte Gomes faz alerta sobre riscos e defende medidas duras contra o Coronavírus

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Parlamentar entende que é melhor prevenir do que remediar, e que o cidadão precisa se conscientizar dos riscos

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (17), para alertar sobre os riscos do Coronavírus e defendeu medidas duras, para conter o avanço da pandemia.

“É importante tomar as decisões duras, enquanto é possível, antes que seja tarde demais. Para muitos, podem parecer exageradas, mas não podemos esperar ocorrer o pior, pois pode ser tarde demais. Mas, o cidadão precisa se conscientizar que é uma situação séria. Não é brincadeira, temos ameaças à vida e não podemos hesitar”, disse Laerte.

O parlamentar afirmou ainda que “ao governador Marcos Rocha (PSL) e ao secretário estadual de Saúde, Fernando Máximo, deixo aqui o recado: Façam o que tiver que fazer; tomem decisões duras, se preciso, para proteger a saúde da nossa população. É melhor prevenir do que remediar, melhor se antecipar a uma tragédia, do que deixar ela acontecer. O Governo já tomou algumas medidas que elogio e têm o meu apoio”.

Laerte Gomes declarou que o Legislativo está fazendo sua parte. “Proibimos o acesso à Assembleia para o público em geral. E de acordo com o desenrolar dos fatos, vamos tomar outras medidas, ainda mais restritivas, para proteger os que estão em grupos de risco, como os servidores com mais idades, grávidas e com saúde debilitada”.

Ele destacou também a postura do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), que defendeu algumas medidas que ele entende como importante para o país. “As nossas fronteiras precisam ser fechadas, de imediato, a exemplo de outros países. Países como a Itália e França, de primeiro mundo, não estão dando conta dessa pandemia. Imaginemos o Brasil, onde sequer leitos de UTI temos? É muito grave isso!”

BR-364

O presidente ainda falou sobre o intenso fluxo de carretas na BR-364, com o transporte da safra de soja. “Mas, esses veículos pesados que trafegam e danificam a rodovia, abastecem fora do Estado e não deixam nenhum retorno financeiro para Rondônia. As carretas possuem tanques de 1.500 a 2.000 litros, sendo capaz de ir e vir do Mato Grosso aqui para o nosso porto, sem precisar reabastecer. Aqui, ficamos apenas com os problemas e precisamos encarar essa questão”.

Fonte: ALE RO