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Presas cultivam flores em penitenciária para ter renda e reduzir pena em MT

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Cerca de 30 presas estão cultivando e comercializando flores tropicais na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, em Cuiabá, para ter uma fonte de renda. Além disso, a participação no projeto concede às reeducandas remição de pena, na proporção de três dias trabalhados por um dia de redução.

As flores são cultivadas dentro do presídio. No local, foi montada uma estufa com dois tipos de tela de sombreamento, uma com 65%, indicada para cultivo de flores delicadas, e a outra de 35% para folhagens e demais flores.

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), o plantio começou há cerca de dois meses.

Flores são vendidas para floriculturas e empresas de decoração e de paisagismo — Foto: Nara Assis / Sesp-MT

Flores são vendidas para floriculturas e empresas de decoração e de paisagismo — Foto: Nara Assis / Sesp-MT

Para participar do projeto, é necessário que as presas frequentem as aulas da Escola Estadual Nova Chance, que fica dentro do presídio.

De acordo com a Sesp, geralmente, as flores cultivadas pelas presas são vendidas para floriculturas e empresas de decoração e de paisagismo.

Inicialmente, o objetivo é comercializar as espécies helicônias, alpíneas e bastão do imperador, que foram plantadas pelas presas sob orientação de professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

Plantas são cultivadas em estufa construída no presídio — Foto: Nara Assis / Sesp-MT

Plantas são cultivadas em estufa construída no presídio — Foto: Nara Assis / Sesp-MT

No entanto, as reeducandas também aprendem sobre o plantio de cactos e suculentas, que são opções de plantas de fácil manutenção e utilizadas para decorar ambientes residenciais e comerciais.

O objetivo do projeto ‘RefloreSer’, segundo a Sesp, é contribuir para a não reincidência no crime.

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