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Agronegócios

Pode faltar ainda mais feijão: ENTENDA

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Os produtores de feijão do Paraná começam a se preocupar com as chuvas, uma vez que a quatidade de água já está agora “acima do ideal na maioria das lavouras” desse estado, informa o Ibrafe (Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses). “Desta safra nada pode dar errado ou a situação de abastecimento ficará ainda pior”, avalia a entidade mais representativa do setor no Brasil.

O Boletim Semanal do Deral (Departamento de Economia Rural) do Paraná publicou na última sexta-feira, dia 18, um relatório sobre as condições das lavouras até o dia 16 de dezembro. Naquele momento, as lavouras se encontravam nas seguintes fases de desenvolvimento: vegetativo (14%), floração (31%), frutificação (40%) e maturação (16%).

A colheita do Feijão, no Paraná, já atingia então cerca de 5% do total da área que se espera seja ao redor de 150 mil ha, com destaque para o Núcleo Regional de Ponta Grossa, com 10%, e Jacarezinho, com 35% da área total. “Estas duas regionais são responsáveis por 24% da produção do Paraná”, salienta o Ibrafe.

Nesta terça-feira (22.12) novamente havia mais compradores do que vendedores e foram poucos os negócios que aconteceram nas lavouras, seja de São Paulo, de Minas Gerais ou de Goiás. “Alguns empacotadores do Paraná decidiram cancelar as férias coletivas de parte dos colaboradores para continuar buscando comprar o que for possível. Quem ditou este ano os preços não foram os atravessadores, mas sim os produtores na maior parte do tempo”, revela a entidade comandada pelo presidente Marcelo Lüders.

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