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Philip Morris aquece discussão sobre a regulamentação de produtos de risco reduzido


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Empresa lançou movimento para alertar sobre a importância do debate sobre alternativas aos cigarros convencionais no mercado brasileiro.

A Philip Morris Brasil veicula desde sexta-feira, 31, quando foi celebrado o Dia Mundial Sem Tabaco, comunicação que chama a atenção sobre a demora do avanço na discussão sobre a modernização da regulamentação para produtos de risco reduzido no Brasil. Embora parar de fumar seja sempre a melhor opção, os produtos de risco reduzido são melhores alternativas àqueles que continuarão fumando do que o cigarro convencional.

Visando alcançar adultos fumantes que não querem parar de fumar, a iniciativa inclui uma peça no formato de charge que está sendo veiculada em jornais e sites de grandes capitais brasileiras. Além disso, a ideia é convidar o público geral para conhecer a página www.precisamosfalar.com.br ,que aborda em linhas gerais esse movimento.

Produtos de risco reduzidos, como cigarros eletrônicos e aquecedores de tabaco, não queimam o tabaco. Hoje existem estudos evidenciando que essas opções são menos danosas do que o cigarro, e as mais parecidas com a experiência sensorial e com o ritual que o fumante busca. Nenhuma das opções possui venda legal no Brasil.

Recentemente, após uma rigorosa avaliação científica, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária dos Estados Unidos, FDA, autorizou a comercialização do IQOS, produto de tabaco eletricamente aquecido da Philip Morris Internacional. O órgão regulamentador reconheceu que o vapor produzido por ele contém menor quantidade de compostos químicos tóxicos e menos toxinas identificadas do que na fumaça de cigarros.

O FDA estabeleceu também critérios claros para a comercialização do IQOS, incluindo atividades de pós monitoramento, com o objetivo de assegurar que não fumantes e jovens não sejam expostos a comercialização desses produtos que, mesmo com redução de toxinas quando comparados ao cigarro, contém nicotina e não são isentos de riscos.

“A regulamentação no Brasil sobre o tema já tem mais de dez anos e impede que essas novas tecnologias sejam sequer avaliadas de maneira clara e objetiva, mesmo esses produtos já sendo atualmente comercializados ilegalmente e utilizados no Brasil sem qualquer controle e informações claras sobre os riscos. Ao não avançar sobre a revisão da regulamentação, acaba-se indiretamente protegendo o cigarro combustível e deixando os fumantes que não querem ou não irão parar de fumar sem opções”, explica o Diretor de Assuntos Externos da Philip Morris Brasil, Fernando Vieira.

Sobre a Philip Morris Brasil

Afiliada da Philip Morris International (PMI), líder no mercado de tabaco, dedicada à fabricação e venda de cigarros, produtos de aquecimento de tabaco, dispositivos e acessórios eletrônicos, a Philip Morris Brasil atua no País desde 1973. A companhia está liderando uma transformação no setor para criar um futuro sem fumaça, substituindo os cigarros por alternativas sem combustão que, embora não sejam isentas de riscos, são uma escolha muito melhor do que continuar fumando. Com áreas multidisciplinares em desenvolvimento, instalações de última geração e comprovação científica, a PMI visa garantir que seus produtos sem fumaça atendam às preferências dos consumidores adultos e aos rigorosos requisitos regulatórios, para benefício da sociedade, da empresa e de seus acionistas. O novo portfólio da PMI inclui tabaco aquecido e e-cigs que contém nicotina. A PMI já possui 7,3 milhões de adultos fumantes em todo o mundo que migraram do cigarro para o uso de seu produto de tabaco aquecido, IQOS, que atualmente está disponível para venda em 48 mercados. Para mais informações, acesse os sites da PMI, PMIScience e www.pmi.com/markets/brazil/pt/science-and-innovation.