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Papa Francisco dá paracetamol de presente para funcionários do Vaticano

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O presente foi recebido com simpatia e otimismo pelos trabalhadores.

Crise no Vaticano

Nesses meses de grave crise econômica devido à Covid-19, a estrutura do Vaticano está fazendo malabarismos para manter os empregos intactos e salários, apesar dos bloqueios por causa do lockdown, do colapso do turismo e da inatividade de muitos setores.

As ofertas caíram muito, assim como houve redução drástica e importante nas receitas vinculadas aos museus do Vaticano, sua principal fonte de receita. Esses espaços foram fechados novamente, em sintonia com as disposições anunciadas pelo governo italiano.

Na semana passada, o governo notificou a todos os funcionários que, para lidar com a emergência sanitária, as atividades do museu estariam fechadas até meados de janeiro, desferindo outro duro golpe nas finanças da Santa Sé. Porém, para cortar pessoal – que é o maior custo –, o papa Francisco é intransigente. Ele continua a repetir aos cardeais que fazem parte do Conselho que o ajuda a reescrever a reforma da Cúria, que os empregos devem permanecer intactos.

O orçamento de 2020 foi aprovado com um prejuízo de 53 milhões de euros. A situação econômica não é positiva, mas o novo prefeito da Secretaria de Economia, padre Juan Antonio Guerrero Alves, reduziu os temores: “O Vaticano não corre o risco de inadimplência”.

Entretanto, aproxima-se o Natal e no Angelus do último domingo (6/12), Francisco recordou que tanto a árvore como o presépio – numa espécie de igualdade de condições – são símbolos importantes, “mesmo em tempos sombrios como estes, porque nos levam a refletir sobre a necessidade de uma conversão de vida, mais voltada para os outros, menos apegada ao dinheiro e à lógica do ‘mundanismo’”.

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