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Otimizando a administração das vacinas BCG e Hepatite B, Rondônia atende demandas de proteção aos recém-nascidos

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A Agência Estadual de Saúde (Agevisa) alerta a população para a proteção contra Hepatite B e tuberculose ofertada em vacinas aos recém-nascidos no Estado de Rondônia. Os imunobiológicos nas primeiras semanas de vida são de suma importância para as crianças e devem ser administrados até os quatro anos de idade. Com organização readequada, a partir do envio reduzido de doses das vacinas BCG e Hepatite B, o governo do Estado e prefeituras conseguem atender as demandas e cumprir a meta de 90% de cobertura vacinal.

Desde 2017, Rondônia recebe cinco mil doses ao mês das vacinas destinadas aos recém-nascidos, anteriormente recebia 120 mil, porém o Ministério da Saúde observou que em todos os estados brasileiros havia desperdício, devido à duração das doses, após abertura dos frascos, e reduziu os lotes dos imunobiológicos, conforme o quantitativo populacional infantil, com a orientação de reorganização para aplicação das vacinas.

A partir disso, Rondônia se adequou à estratégia de agendamento, otimizando as doses e diminuindo o desperdício, inclusive de recurso público, sem deixar faltar a vacinação aos recém-nascidos. “Agora o Ministério da Saúde está enviando as vacinas em frascos com 20 doses, por isso temos que agendar e evitar o desperdício, porque na hora que abre o frasco ele tem validade de seis horas, se eu aplicar apenas em uma criança (ao dia), logo perco 19 doses”, explicou o coordenador de Imunização da Agevisa, Ivo Barbosa.

A BCG é administrada quando o bebê nasce ou na primeira visita em uma unidade de saúde, onde o Ministério da Saúde, responsável pela compra dos imunobiológicos, preconiza que seja administrada até os 4 anos de idade, protegendo contra as principais formas de tuberculose, miliar e meníngea. A hepatite B deve ser administrada no recém-nascido em até 30 dias de vida, ou seguindo o esquema da Pentavalente (administrada aos 2, 4 e 6 meses).

O Estado é responsável por adquirir, por meio do Ministério da Saúde, a seringa e o imunobiológico, repassando aos municípios, que executam a administração à população. A meta da vacina BCG é de 90% dos recém-nascidos vacinados, porém a cobertura ainda está reduzida nesse primeiro semestre de 2019. Sendo assim, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde faz o alerta à população para as vacinas iniciais, de tamanha importância à saúde das crianças.

As vacinas, BCG e Hepatite B, sempre estão disponíveis nas maternidades municipal e estadual, onde os recém-nascidos recebem alta hospitalar já vacinados, e na Unidade Básica de Saúde Maurício Bustani, em Porto Velho, para atendimento aos bebês nascidos na rede particular de saúde.

Segundo Ivo, a última nota enviada pelo Ministério da Saúde afirma que 68% da cota mensal foi distribuída ao Estado, em frascos de 20 doses, atendendo a população conforme otimização operacional nas unidades básicas de saúde.

Secom – Governo de Rondônia

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