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Oito meses após incêndio, prédio histórico na Gameleira é interditado por risco de desabamento em Rio Branco


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Prédio do Centro histórico de Rio Branco foi interditado nesta terça (4) pelo Corpo de Bombeiro do Acre. Incêndio em janeiro deste ano destruiu o edifício, que fica na Gameleira.

O prédio do Centro histórico de Rio Branco foi interditado pelo Corpo de Bombeiros do Acre, nesta terça-feira (4), por risco de desabamento. Um incêndio em janeiro deste ano destruiu o edifício, que fica na Gameleira, região do Segundo Distrito da capital acreana.

Para conter as chamas, foram necessárias seis viaturas do Corpo de Bombeiros e18 militares. O fogo foi contido em aproximadamente 30 minutos. Como o prédio é antigo e de madeira, as chamas se alastraram rapidamente. Inicialmente, a suspeita é que possa ter ocorrido um curto-circuito no local.

A presidente da Fundação Elias Mansour, Karla Martins, relembrou que o prédio é de propriedade particular tombado pelo Estado. Ela diz que a fachada do prédio é que apresenta riscos de desabar, mas que foi enviado um engenheiro, uma equipe da prefeitura e da Defesa Civil do Acre para avaliar a situação.

 Incêndio destruiu casa no Centro histórico de Rio Branco (Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre)

Incêndio destruiu casa no Centro histórico de Rio Branco (Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica Acre)

“Estamos vendo o que se retira, se é só a parte de cima e manter a parte de baixo. O prédio é competência do dono, nenhum é do Estado, exceto do Cine Teatro Recreio e da FEM. O secretário de obras está lá averiguando”, complementou.

O major Cláudio Falcão explicou que foi detectado o risco de desabamento da fachada do edifício. Ele contou também que a fachada tem entre seis a sete metros de altura.

“Mandamos uma equipe ao local e foi verificado o risco de um possível desabamento daquela parede que está solta. A primeira medida que tomamos foi isolar a área, evitar que as pessoas transitem ali por baixo, para própria segurança, e fizemos o contato com nossa editoria de atividade técnica para poder verificar o que pode ser feito”, acrescentou.