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Religião

O Poeta (Cristo) e a Poesia (Eu) – Por Ricardo Oliveira

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Como te busco meu Deus em minha alma! Derramas nela toda a sua verdadeira essência, e neste derramamento está a graça da Fé. Esta Fé a desenvolver por inteira a partir do amor a sentir por ti, e a revelar uma abertura para os versos a serem escritos. Um salmista a vivenciar os teus mistérios, Senhor!

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Quais as razões me levam a estar contigo, e nunca desejar parar de me alimentar de tuas palavras, mesmo eu sendo um poeta imperfeito? Estas razões é o teu imenso coração e sagrado. Ele toca-me em inspirações a se transformarem em uma fonte a jorrar água e sangue sobre minha fronte e meus pensamentos.

Conserva-me Jesus, Ó POETA DOS SANTOS DOS SANTOS, a permanecer nas tuas alegrias, sendo um ramo da videira. Neste instante, constrói em meu ser uma analogia (Semelhança) entre a videira e o ramo, o poeta e a poesia. A tua luz iluminou meus sentidos e sentimentos, neste olhar, é que segue a ideia…

Eu sou apenas uma poesia, no qual não se pode ser completa se não há versos. Os versos costumam vir através da inspiração. A inspiração é fruto da meditação e oração. Cristo é o Poeta. Sem ele, o vazio toma conta da minha história de ser humano, mas, ao se encontrar ligado com o Cordeiro (Poeta), então, começa a germinar flores perfumadas, exalando toda a identidade de CRISTÃO.  

ORAÇÃO:

Meu Deus de amor, dai-me coragem para permanecer ligado a ti, pois sois o poeta a me inspirar, e eu sou a sua poesia. Os versos só surgem quando nosso amor se encontra. Tu és a videira e eu os ramos, e como tens gosto de mel nos lábios!

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