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“O cristianismo é o principal inimigo do socialismo”, defende líder evangélico

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Embora nos Estados Unidos os conceitos econômicos de “direita” e “esquerda” sejam bastante diferentes do Brasil, quando se fala sobre ideologia, as semelhanças são evidentes. Com a eleição de Donald Trump as críticas se acirraram e os movimentos que defendem abertamente as pautas globalistas e socialistas se fortaleceram.

Segundo o bispo evangélico e ativista político conservador E.W. Jackson, a Igreja precisa “despertar” para a realidade e perceber que há uma tentativa dos esquerdistas em “tentar forçar os cristãos a viver em silêncio e submissão”.

Jackson já concorreu a Senador em seu estado, a Virgínia. Mesmo perdendo, acredita que é seu dever continuar falando de política aos fiéis. Em um vídeo divulgado por ele, afirma que há uma “batalha espiritual” a ser travada nas urnas.

Citando uma pesquisa recente, destacou que 51% dos americanos entre os 18 e os 29 anos de idade disseram preferir  viver numa sociedade socialista ou comunista que em uma que seja capitalista.

“O socialismo é uma ideologia marxista que nega a existência de Deus, que tentam substituir pelo governo. [Essa ideologia] foi responsável pela fome em massa, tortura, assassinato e escravidão. Não permite liberdade de expressão ou pensamento. Os cristãos são seus principais inimigos, pois acreditamos na liberdade e adoramos ao único Deus verdadeiro e vivo”, explicou.

O bispo de 66 anos é líder do STAND, que descreve como “uma organização dedicada a preservar a vida, a família tradicional e os valores judaico-cristãos como a base de nossa cultura”.

Ele reclama que há um número crescente de socialistas no Partido Democrata, especialmente os ligados ao senador Bernie Sanders, que chegou a ser pré-candidato à presidência em 2016.  Para o pastor, o movimento socialista procura “limitar a liberdade de expressão”, tendo uma postura “antiliberdade e anticristã”.

“A menos que a Igreja se levante, iremos viver um período duro.” Por isso, defende que, mais do que nunca, deveriam apoiar candidatos conservadores. Com informações Christian Post