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Amazonas

Número de contratações temporárias para Natal e Ano Novo tem queda no AM, aponta CNC

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O número de vagas para contratação temporária para as demandas de Natal e Ano Novo vai ser 20% menor em relação ao mesmo período do ano passado, no Amazonas, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

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Segundo a estimativa da CNC, 1,12 mil trabalhadores temporários serão contratados neste fim de ano para atender ao aumento sazonal das vendas no Estado. Em 2019, o número de contratações registradas foi de 1,47 mil. O Natal é a principal data comemorativa do varejo, e o pico de contratações temporárias no setor ocorre em novembro e dezembro.

Apesar da queda no número de contratações, as entidades do estado se mostraram otimistas. Segundo o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas (FCDL-AM), Ezra Azury Benzion, o comércio se mantém aquecido, apesar da pandemia.

“Está faltando mão de obra no comércio. Estamos procurando pessoas qualificadas, pois deve começar a temporada de contratações. O comércio continua aquecido, desde que começou a abertura gradativa das atividades. Estamos bem otimistas, porque vamos ter um número de contratações muito parecido com o número do ano passado”, comentou.

As vagas são para os cargos de vendedor, operador de caixa, atendentes, repositores de mercadorias e embaladores de produtos. O salário médio de admissão para as vagas temporárias deverá ser de R$ 1.319.

Este ano, a data festiva mais importante para o comércio acontece em um cenário diferente, por conta da pandemia do novo coronavírus e do colapso no sistema de saúde. A nova realidade levou o Estado a adotar medidas contra a propagação do vírus, como a suspensão temporária do comércio de atividades não essenciais, o que resultou num aumento no número de demissões.

Diante de um cenário de incertezas, o comércio foi reaberto pouco mais de dois meses depois de ter sido fechado, após o Estado apontar uma leve redução na quantidade de casos de Covid-19. A reabertura, que aconteceu em ciclos, chegou a ser apontada pelo Governo como uma forma de recuperar a economia local.

G1