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No AC, incêndio em aterro dura 14 dias e bombeiros dizem que mais de 260 mil litros de água já foram usados

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O Corpo de Bombeiros continua combatendo o incêndio que atingiu um aterro de resíduos sólidos na Estrada Transacreana, em Rio Branco. Nesta quarta-feira (8), o incêndio completou 13 dias e, apesar de ter sido dissipada parcialmente, a fumaça continua “brotando” no local.

Para conter as chamas, os bombeiros usam mais de 20 mil litros de água por dia e mais o apoio de três caminhões-pipa da prefeitura. De acordo com o major Cláudio Falcão, do Corpo de Bombeiros, não há uma previsão para a extinção total do incêndio.

“Continuamos no combate, não conseguimos extinguir o incêndio dado a área que está queimando e a profundidade da queima. O Corpo de Bombeiros está todo dia no local com a viatura e temos apoio de uma máquina e mais três carros-pipas da prefeitura. Com isso já conseguimos avançar bastante no trabalho”, informou Falcão.

Apesar do incêndio ter sido controlado ainda é feito o trabalho para sua total extinção. Conforme o major, existem três tipos de extinção de incêndio: o isolamento, resfriamento e abafamento. No aterro, os bombeiros estão usando o resfriamento, devido às características do local.

Força-tarefa usa maquinário para cavar buracos de até 15 metros e despejar água (Foto: Guilherme Barbosa/Rede Amazônica Acre)

Força-tarefa usa maquinário para cavar buracos de até 15 metros e despejar água (Foto: Guilherme Barbosa/Rede Amazônica Acre)

Máquinas cavam poços de até 15 metros de profundidade para que os caminhões-pipa possam descarregar água e assim, resfriar o solo. O aterro tem cerca de 80 mil m² e recebe, principalmente, resíduos de construção civil.

“Já foram cavados vários buracos para poder penetrar a água e chegar no material que queima. É uma queima lenta, porém contínua. É um trabalho bem complicado”, disse o major.

Ainda não se sabe o que pode ter causado o incêndio e, de acordo com Falcão, a prioridade no momento é fazer a extinção da fumaça.

“Conseguimos a dissipação da fumaça parcial, mas ainda existe fumaça. A principal preocupação agora é fazer a extinção. Depois, com o pessoal responsável pelo aterro, vamos não só verificar a causa, mas também evitar futura situação como esta”, concluiu.

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