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Não podemos enganar a Deus

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Todos os que sem lei pecaram, sem lei também perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados… No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho.

Romanos 2:12, 16

O número de pessoas que acreditam na fiabilidade e confiam nos “detectores de mentira” não é pequeno. Com cabos e sensores este aparelho mede os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a frequência respiratória. A partir dos dados coletados supõe-se que a verdade ou a mentira daquilo que a pessoa analisada diz, possa ser estabelecida.

É fato que uma conclusão pode ser alcançada pelo estado de tensão registrado. Mas os resultados não são indisputáveis, uma vez que precisarão ser interpretados e poderão ser influenciados por reações excepcionais por parte da pessoa interrogada. A grande maioria dos tribunais se recusa aceitar os resultados do detector de mentiras como prova. Isso significa que há casos diante dum tribunal, nos quais é impossível estabelecer se alguém está ou não mentindo. Diante de Deus, entretanto, ninguém pode esconder seus pensamentos ou motivos. Aos olhos incorruptíveis de Deus, todas as coisas “estão nuas e patentes” (Hebreus 4:13). E Ele é Aquele o qual, no dia do Juízo irá pronunciar Seu veredito final sobre tudo o que o ser humano mantém em segredo. “Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau” (Eclesiastes 12:14).

Todo aquele que acertar as coisas com Deus agora, crendo no Senhor Jesus Cristo, recebe a promessa que “não entrará em condenação” (João 5:24).

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