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Religião

Não deveria haver diferenças – Por Norbert Lieth

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Assim, se você me considera companheiro na fé, receba-o como se estivesse recebendo a mim.” (Filemom 17)

Paulo diz a Filemom: “Receba-o como se fosse eu. Receba Onésimo como você me receberia se eu chegasse”.

Aqui se espera por algo que quase não pode ser imaginado. Como seria possível comparar um escravo fugitivo com o apóstolo Paulo?! Para um apóstolo certamente se prepararia uma festa de boas-vindas. Seria colocado um cartão de saudação junto à cabeceira, com um arranjo de flores ao lado e um cumprimento oficial. Mas, esse escravo? – “Receba-o como se fosse eu.”

Certamente não seria muito sóbrio imaginar que Onésimo deveria ser tratado como um hóspede frequente. Isso transformaria Filemom em um escravo de Onésimo. Não, Onésimo deveria continuar sendo escravo na casa de Filemom, mas deveria ser recebido como um irmão.

Não é justamente isso que nos traz dificuldades? Não estamos estabelecendo diferenças o tempo todo? “Não se pode comparar este com o fulano!”, dizemos. Fazemos diferenças na saudação, em nossas palavras, em convites, na colaboração. Para um nos dirigimos com entusiasmo, enquanto o outro pode se dar por feliz se ao menos receber nosso aperto de mão.

  • “Quem recebe esta criança em meu nome está me recebendo; e quem me recebe está recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre vocês for o menor, este será o maior” (Lucas 9.48).
  • “Embora a minha doença tenha sido uma provação, vocês não me trataram com desprezo ou desdém; ao contrário, receberam-me como se eu fosse um anjo de Deus, como o próprio Cristo Jesus” (Gálatas 4.14).
  • “Quem recebe vocês, recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” (Mateus 10.40).
  • “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’” (Mateus 25.40).