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Municípios do Amazonas com casos de rabdomiólise recebem equipes de investigação


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O Ministério da Saúde e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas enviaram equipes para Parintins e Barreirinha para investigar os casos de rabdomiólise. O grupo de pesquisadores chegou à região na quarta-feira (20) e tenta identificar as origens da doença.

De acordo com dados da Fundação de Vigilância em Saúde divulgados na terça-feira (19), no total, são 61 casos da doença em 10 municípios do Amazonas.

Além do Ministério da Saúde e da FVS, membros da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) e a Secretaria de Saúde de Parintins também atuam nesse trabalho de investigação. Todas essas organizações estão empenhadas em tentar descobrir os motivos que causaram esse surto de rabdomiólise na região.

De acordo com a FVS, 22 casos da doença da urina preta foram notificados em Parintins e um caso Barreirinha.

De acordo com a Coordenação Municipal de Vigilância em Saúde de Parintins, a maioria dos casos foram registrados na área rural. Em Barreirinha, a ocorrência foi na comunidade araticum, no território da tribo indígena sateré mawé.

Entrevistas com familiares dos pacientes e moradores das comunidades estão sendo realizadas pelos pesquisadores. Além disso, estão sendo coletadas amostras da água e pescado para análises laboratoriais.

Ainda de acordo com a Coordenação Municipal de Vigilância em Saúde, o último caso da doença na região foi registrado no dia 5 de outubro.

Casos no estado

 

Dos 10 municípios que registraram casos suspeitos da doença, Itacoatiara ocupa o primeiro lugar com 29 suspeitos. Os outros municípios apresentam casos suspeitos de rabdomiólise são: Parintins (13), Manaus (6), Urucurituba (4), Silves (3), Maués (2), Autazes (1), Caapiranga (1), Itapiranga (1) e Manacapuru (1).

Foram registradas duas mortes pela doença: duas mulheres residentes em Itacoatiara, com idade de 51 e 68 anos. Os óbitos ocorreram em 27 de agosto e 7 de outubro, respectivamente são contabilizados entre os 61 casos suspeitos da síndrome.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, salienta que a instituição segue investigando os casos da doença. “Dos 61 casos suspeitos, 32 foram registrados em agosto, 22 em setembro e 7 em outubro”, destaca.

G1.globo.com

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