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Motorista do Acre é espancado e torturado até a morte por seis assaltantes, em Rondônia

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Um motorista do Acre foi asfixiado, espancado e torturado até a morte durante um assalto no distrito de Extrema, em Porto Velho. Segundo informações da Polícia Militar (PM), Ronaldo Vacaro teria sido rendido por seis homens quando foi atender um frete. Depois de ser morto, o grupo abandonou o corpo de Ronaldo no distrito de Nova Califórnia, mas os assaltantes acabaram sendo presos na última quinta-feira (31).

Segundo informações da polícia, horas depois de os bandidos serem presos na fronteira com a Bolívia. Ronaldo Vacaro, que morava no Acre e atuava como taxista, foi encontrado em um matagal próximo ao Distrito de Nova Califórnia, na zona rural de Porto Velho.

Somente nesta sexta-feira (1°) os detalhes do caso foram divulgados pelas autoridades policiais, já que os suspeitos confessaram o crime em depoimento.

 Ronaldo morava no Acre (Foto: Arquivo Pessoal)

Ronaldo morava no Acre (Foto: Arquivo Pessoal)

De acordo com a Polícia Militar (PM), a quadrilha atraiu o taxista para uma corrida falsa e anunciou o assalto. Ele foi asfixiado, espancado e torturado até a morte, em seguida os bandidos abandonaram o corpo e foram até Guajará-Mirim, onde pretendiam cruzar a caminhonete para o território boliviano através do Rio Mamoré.

A família registrou o desaparecimento porque Ronaldo teria saído para fazer uma corrida, mas não retornou para casa. Preocupados, os familiares acionaram as autoridades e conseguiram localizar o veículo com apoio da central de monitoramento, usando o GPS.

Os policiais receberam as coordenadas e encontraram o carro em um motel, no Bairro Santo Antônio. Durante a ação, um dos bandidos foi preso e entregou a localização dos comparsas em uma residência no Bairro Triângulo.

Com eles foram encontrados R$ 921 em dinheiro, joias e documentos da vítima e um revólver calibre 38 municiado.

Segundo a Polícia Civil, os criminosos foram flagranteados por latrocínio consumado, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. Após prestarem depoimento, os seis foram encaminhados para o presídio masculino e estão à disposição da Justiça.