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Milho: Focado nas condições das lavouras americanas, mercado inicia pregão desta 4ª com leves altas na CBOT


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Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a sessão desta quarta-feira (6) com ligeiras altas. As principais posições da commodity testavam ganhos entre 0,75 e 1,50 pontos, por volta das 6h48 (horário de Brasília). O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,84 por bushel e o setembro/18 trabalhava a US$ 3,93 por bushel.

De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda tenta se recuperar das perdas registradas recentemente. O foco dos traders permanece nas condições das lavouras norte-americanas. Segundo último boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), cerca de 78% das lavouras apresentam boas ou excelentes condições.

O índice ficou abaixo das apostas dos investidores, entre 79% e 80%. Já o plantio entrou na reta final no país, com 97% da área projetada já semeada até o último domingo.

Confira como fechou o mercado nesta terça-feira:

Milho: Mercado tem dia de correção técnica e exibe leves altas na CBOT nesta 3ª; foco segue na safra dos EUA

A sessão desta terça-feira (5) foi de ligeiras altas aos preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). Os futuros da commodity ampliaram os ganhos e finalizaram o pregão com valorizações entre 2,50 e 3,25 pontos. O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,83 por bushel, enquanto o setembro/18 operava a US$ 3,93 por bushel. O dezembro/18 finalizou o dia a US$ 4,04 por bushel.

As agências internacionais reportaram que o mercado testou um dia de correção técnica após as recentes desvalorizações. Paralelamente, as condições das lavouras americanas permanecem no radar dos participantes do mercado.

“As cotações testaram uma recuperação depois do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ter reportado condições das lavouras abaixo das expectativas do mercado”, informou a Reuters internacional.

Nesta segunda-feira, o departamento americano informou que cerca de 78% das plantações de milho apresentam boas ou excelentes condições nos EUA. O número ficou abaixo das apostas dos investidores, entre 79% a 80%.

O órgão também destacou que 19% das lavouras estão em estado regular e 3% em condições ruins ou muito ruins. Cerca de 97% da área estimada para essa temporada já foi cultivada até o último domingo.

Mercado brasileiro

Conforme levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, a terça-feira foi de ligeiras movimentações aos preços do milho. Em São Gabriel do Oeste (MS), a alta foi de 6,90%, com a saca a R$ 31,00. Já no Oeste da Bahia, a saca subiu 3,45% e encerrou o dia a R$ 30,00.

Na região de Palma Sola (SC), a saca registrou ganho de 1,37%, com a saca a R$ 37,00. Por outro lado, em Brasília, a saca do cereal recuou 3,03% e fechou o dia a R$ 32,00. Em Londrina (PR), o milho caiu 1,47% e encerrou o dia a R$ 33,50 a saca.

“Os negócios permanecem lentos, uma vez que os compradores esperam a chegada da safrinha no mercado. Além disso, o tabelamento do frete também tem segurado os negócios com o cereal”, afirma o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze.

No principal estado produtor de milho na safrinha, o Mato Grosso, a colheita se aproxima de 1%, de acordo com último levantamento do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária). Em Sorriso, importante região produtora, a perspectiva é que o rendimento médio alcance 110 sacas do grão por hectare nesta safra.

Já no Paraná, a colheita atingiu 1% da área plantada nesta temporada. Cerca de 35% das lavouras estão em boas condições, 44% em condições medianas e 21% apresentam condições ruins. As informações foram reportadas pela Deral (Departamento de Economia Rural).

Dólar

A moeda norte-americana subiu 1,78% nesta terça-feira e encerrou o pregão a R$ 3,81 na venda. O nível é o maior desde 2 de março de 2016, quando o câmbio chegou a R$ 3,8877.

“Apesar de o Banco Central ter ampliado com força sua atuação, o dólar saltou e fechou no patamar de 3,81 reais nesta terça-feira, o maior em mais de dois anos, em meio à piora da avaliação dos investidores sobre a cena política local e com o exterior pesando sobre os ativos”, informou a Reuters.

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