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Milho: Após feriado americano, preços internacionais estáveis nesta terça-feira


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As principais cotações registravam flutuações máximas de 0,25 pontos negativos por volta das 08h53 (horário de Brasília).

O mercado internacional ficou paralisado na última segunda-feira (18) em decorrência do feriado americano do dia do presidente, que interrompeu o funcionamento das principias bolsas de valores. Após esse dia sem movimentações, os preços internacionais do milho abrem a terça-feira (19) apresentando estabilidades na Bolsa de Chicago (CBOT).

As principais cotações registravam flutuações máximas de 0,25 pontos negativos por volta das 08h53 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$ 3,74, o meio/19 valia US$ 3,82 e o julho/19 era negociado por US$ 3,90.

O site Barchart destaca que o mercado volta a funcionar nessa terça-feira após encerrar a última semana com movimentações fracionadas em uma sexta-feira marcada pela divulgação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de uma venda privada de exportação de 205.744 milhões de toneladas de milho para entrega em 2018/19 a destinos desconhecidos.

Já a Agência Reuters espera que o mercado reflita, no dia de hoje, o otimismo que vem crescendo com relação a um acordo comercial entre Washington e Pequim antes de uma visita à capital dos EUA pelo vice premier da China Liu He, que visitará Washington entre quinta e sexta-feira para continuar as negociações comerciais com o Estados Unidos, conforme disse o Ministério do Comércio em Pequim.

Confira como fechou o mercado brasileiro na última segunda-feira:

Milho: Mercado interno encerra segunda-feira com poucas movimentações

No mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, movimentações foram registradas apenas nas praças de São Gabriel do Oeste/MS (3,33% positivo e preço de R$ 31,00) e Campinas/SP (1,29% negativo e preço de R$ 37,43).

Segundo divulgado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), na última semana, entre 8 e 15 de fevereiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) subiu 2,8%, fechando a R$ 41,10/sc de 60 kg na sexta-feira, 15. No acumulado do mês, a alta é de 4,5%.

A Agrifatto Consultoria analisa que estes patamares mais altos devem ser mantidos com o cenário ajustado entre a oferta e a demanda. Aliás, a disponibilidade ainda restrita de milho ao mercado alimenta movimento especulativo, com valorizações na B3 e produtores retendo a matéria-prima na expectativa de novas rodadas de alta. O avanço da colheita da safra de verão, pode tirar pressão sobre o mercado do cereal, o que se confirmado, pode acontecer a partir de meados de março.

Já XP Investimentos aponta que mais uma semana começa com o mercado físico paulista especulado. Nesta segunda-feira (18), a amostra da XP Investimentos avança ao maior nível dos últimos 5 meses (R$ 40,88/sc) e o ponto chave ainda é a regionalização dos lotes. Por hora, nem mesmo o início da colheita de milho tem sido suficiente para acalmar os ânimos altistas, visto que este milho (tributado) dificilmente chega as praças paulistas (fretes caros).

O vazio de milho “de fora” permite que intermediários e silos subam suas pedidas pelos estoques e realizem seus lucros. O elevado nível das referências, todavia, começa a chamar atenção de empresas para possíveis washout’s ou importações de países vizinhos. Diante disto, indústrias e granjas só recompõem os estoques, sem inspirações maiores. Os lineup’s de fevereiro, inclusive, indicam apenas 1,05 MT de milho, enquanto para soja são 7,77 MT. As indicações de porto para fev/19 e mar/19 estão estáveis em R$ 38,50/sc e R$ 39,5, respectivamente.

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