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Maluf admite que Max tem mais votos e deve ser indicado ao TCE se entrar na disputa


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O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB) admitiu que neste momento o deputado estadual Max Russi (PSB) é o que tem mais apoio na Assembleia Legislativa para ser indicado ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Maluf conta que ainda pretende dialogar com os parlamentares indecisos para reverter a vantagem do colega.

“Está muito empatado o jogo. Eu hoje não tenho [votos para ganhar a disputa]. Hoje se o deputado Max colocar o nome dele, ele deve ser o indicado, não sou eu. Eu devo ter uns nove votos e o Max deve ter uns 13. Então hoje o deputado Max, mantendo a candidatura dele, ele é o indicado”, afirmou o tucano, que está na disputa desde a abertura do processo de escolha.
 
A candidatura de Max Russi vem sendo costurada por grupo de deputados liderados por Janaína Riva (MDB). A parlamentar entregou ao presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho (DEM), lista com o número de apoios em torno do nome de Max Russi. A ideia é tentar achar um consenso e fazer com que Maluf recue de disputar a vaga.
 
“Tudo se resume em voto, se nós não tivermos a votação que a gente espera, inviabiliza a candidatura, então, quem tiver voto vai ser o candidato da Assembleia”, disse Maluf. “Só vou retirar se não tiver os votos. Se tiver os votos, sou candidato. Meu nome está na lista. Deve ter uns três ou quatro deputados na lista, aquele que conseguir os votos no Colégio de Líderes será o candidato. É assim que funciona”, completou.
 
No momento em que Maluf concedeu entrevista, na Assembleia Legislativa, Max Russi não havia sido indicado como candidato. O prazo se encerra às 19h30 de hoje. O deputado reluta em abandonar a carreira política para ingressar na corte de contas. Maluf descartou a hipótese de, diante de uma possível derrota, buscar uma terceira via para a escolha. “Se o Max tiver os votos, que ele seja o conselheiro. Tem que saber perder também”.
 
O grupo que tenta evitar a indicação de Maluf ao TCE argumenta que o deputado acaba de se tornar réu na Justiça, no âmbito da operação Rêmora, e a condução dele ao cargo de conselheiro iria gerar desgaste à casa. “Eu me tornei réu, mas existe uma série de deputados que são réus também. Então, você tronar-se réu não inviabiliza candidatura judicialmente, nós sabemos disso. Então isso não segura minha candidatura. O que segura minha candidatura é não termos votos. É não ter a avaliação com mais de 12 deputados, ai realmente inviabiliza a candidatura”, rebateu.

Dia de articulação
 
O dia foi de bastante tensão e articulações de bastidores nas últimas horas antes do encerramento do prazo para inscrição de candidatos à vaga de conselheiro. A deputada estadual Janaína Riva (MDB) reuniu-se em casa com um grupo de deputados com a intenção de demonstrar favoritismo de Max Russi (PSB) na disputa, para tentar convencer Guilherme Maluf (PSDB) a desistir.
 
“Nesse momento seria mais importante o Guilherme demonstrar sua inocência e posteriormente se colocar à disposição novamente, se quiser, do que nesse momento a gente vir para um debate jurídico podendo ai travar uma vaga por mais tempo, ninguém nem sabe determinar o tempo que essa vaga ficaria travada, trazendo prejuízo não só à Assembleia, mas para todos os prefeitos e para toda a sociedade”, justificou a deputada Janaína Riva. 


( Olhar Direto )

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