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Investigações apontam que sargento da PM foi executado por pistoleiros em Porto Velho


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Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Porto Velho identificaram o mandante e os executores do crime que, em junho do ano passado, resultou no assassinato de um sargento da reserva da Polícia Militar (PM). O crime aconteceu na frente de um escritório de advocacia localizado no bairro Nova Porto Velho, na Zona Norte da capital.

Segundo as investigações, o sargento da reserva estava dentro de uma caminhonete, saindo do estacionamento do escritório de advocacia, quando foi atacado a tiros por dois pistoleiros. De acordo com o delegado Carlos Eduardo Ferreira, diretor-geral da Delegacia de Homicídios, quatro pessoas participaram diretamente do crime.

“Ao todo, foram identificadas sete pessoas, três já estão presos por envolvimento em outros crimes. Outros dois estão foragidos, mas com prisão decretada”, explicou.

Segundo o delegado, a morte foi resultado de crime de pistolagem, um acerto de contas entre o sargento da reserva e uma outra pessoa conhecida como “Zé do Brejo”, que foi morto a tiros em março deste ano. Zé é apontado como mandante do crime.

“Os dois crimes são resultantes de disputas por terras e exploração ilegal de madeira na Ponta do Abunã”, salientou o delegado.

O caso

Um sargento reformado da Polícia Militar (PM) foi morto a tiros na tarde do dia 28 de junho de 2017, quando saía de um escritório de advocacia. O militar estava em uma caminhonete, dando ré para sair do estacionamento, quando foi atacado a tiros por dois homens.

Segundo a polícia, ao que tudo indica, o militar não teve tempo de reação. A vítima estava armada, mas aparentemente “Não houve chance de defesa”, segundo o policial civil que atendeu a ocorrência. Atingido por vários tiros, o sargento morreu na hora.