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Iniesta explica saída do Barcelona e relembra ‘briga’ com Cristiano Ronaldo


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“Seria muito difícil jogar no nível que o Barça merece”, revelou o meio-campista de 34 anos que deve ganhar 30 milhões de dólares por ano no Japão

Na última semana, o meia Andrés Iniesta vestiu a camisa de outro clube sem ser o Barcelona pela primeira vez em 18 anos como jogador de futebol profissional. Contratado pelo Vissel Kobe , do Japão, o espanhol explicou porquê decidiu deixar a equipe onde foi criado e ganhou todos os títulos possíveis.

“Seria muito difícil jogar no nível que este clube merece. E o mais honesto da minha parte era sair agora. Não queria me aposentar já. Desta forma, vou jogar em outro futebol, menos exigente”, revelou Iniesta , durante entrevista ao programa Chester de Cuatro .

Torcedor assumido do Albacete, time da cidade onde nasceu, o meio-campista ainda relembrou um episódio que envolveu seu clube do coração e o Barcelona, quando ainda era jovem.

“Eu sou de Albacete, e um dia vi o Barcelona golear o clube da minha terra e disse que isso não podia acontecer. E então tive ali um período em que mudei de equipe temporariamente. Mas nunca sequer pensei em jogar no Real, nem sequer houve contatos”, contou.

Iniesta comentou também sobre um episódio que envolveu Cristiano Ronaldo. Em 2009, o craque, então no Barcelona, colocou o dedo na cara do português durante um clássico no Camp Nou. De acordo com o camisa 8, CR7 o havia criticado por suposta simulação em um lance.

“Estávamos jogando em casa, no Camp Nou. Não ia permitir que ele me desrespeitasse assim e fui falar com ele sobre isso. A situação esquentou”, finalizou o espanhol.

A estreia do experiente meia no escrete japonês deve ser em julho e, segundo a imprensa local, ele ganhará algo próximo de 30 milhões de dólares (cerca de R$ 109 milhões, aproximadamente) por ano.

Barcelona

Com 34 anos, sendo 18 como jogador profissional do clube, Iniesta disputou 674 partidas e marcou 57 gols. Foram nove títulos do Campeonato Espanhol, seis da Copa do Rei, sete da Supercopa da Espanha, quatro Liga dos Campeões e três do Mundial de Clubes. Ele é considerado o principal jogador da história da Espanha e foi responsável pelo gol mais importante do país: contra a Holanda, na final da Copa do Mundo de 2010, que rendeu o primeiro e único título mundial.

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