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Índia diz que é cedo para exportar vacinas e pode atrasar doses para o Brasil


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Com a partida do voo da Azul que vai buscar 2 milhões de doses da vacina de Oxford em Mumbai, na Índia, marcada para esta sexta-feira (15/1), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país asiático, Anurag Srivastava, afirmou que ainda “é muito cedo para dar uma resposta específica” sobre a exportação do imunizante contra a Covid-19 para outras nações.

De acordo com Srivastava, a entrega das doses pode atrasar alguns dias devido a “problemas de logística”. O porta-voz informou que o país está no início da campanha de imunização nacional contra a Covid-19 e, portanto, a prioridade é vacinar a população. A entrevista foi publicada no jornal Times of India na quinta-feira (14/1).

O porta-voz, no entanto, não deixou claro se esse possível atraso afeta também a aquisição das 2 milhões de doses do imunizante já anunciada pelo Itamaraty.

No último dia 5, o governo brasileiro confirmou a compra de 2 milhões de doses da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a empresa Aztrazeneca. O imunizante é produzido no Instituto Serum, na Índia.

Após a Azul anunciar a partida do voo rumo à Índia para a tarde de quinta-feira (14/1), a companhia aérea informou que o processo foi adiado. A aeronave, que decolaria de Recife com destino a Mumbai, deve realizar o trajeto nesta sexta-feira.

De acordo com a empresa, a alteração ocorreu devido a questões logísticas internacionais. A carga é estimada em 15 toneladas.

“Serão 15 horas de voo, sem escalas, em um trajeto de mais de 12 mil quilômetros. O voo deve chegar ao Brasil no dia 16, pousando no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, por volta das 15h”, informou anteriormente a Azul, na quarta-feira (13/1).

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