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Medicina

Hiperglicemia x Hipoglicemia: descubra a diferença


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Por: Ladinne Campi

Descobrir se o índice glicêmico está acima ou abaixo do ideal é imprescindível para garantir um bom funcionamento do organismo. Felizmente, através de bons hábitos é possível prevenir e até reverter o problema.

De forma simples, a nada mais é do que a glicose presente no sangue. Esta concentração é controlada por hormônios; dentre eles, a famosa insulina, que é produzida pelo pâncreas.

A taxa pode variar de acordo com inúmeros fatores – dentre eles, a alimentação (consumo de doces, massas, frituras, etc) e é considerada normal quando os valores de referência estão entre 70 e 100 mg/dL em jejum. Entretanto, alterações para menos ou para mais são frequentes e merecem atenção especial.

HIPOGLICEMIA

O é considerado uma das principais fontes de energia do organismo. Quando o seu nível encontra-se insuficiente, isto é: abaixo de 70 mg/dL, podem ocorrer:

  • tremores;
  • tonturas;
  • palidez;
  • suor frio;
  • taquicardia;
  • dor de cabeça;
  • sonolência;
  • confusão mental e alteração no nível de consciência;
  • perturbações visuais e de comportamento.

Dentre as principais causas da hipoglicemia, estão:

  • excesso de insulina produzida pelo pâncreas;
  • uso incorreto de alguns medicamentos;
  • tumor no pâncreas;
  • ingestão exagerada de álcool;
  • deficiência hormonal.

Um quadro hipoglicêmico pode ser dividido entre (antes e depois das refeições, respectivamente). Além disso, A hipoglicemia costuma ser comum em pessoas diabéticas, fruto da oscilação dos níveis de açúcar no organismo. Nestes casos, faz-se necessário um acompanhamento individualizado a fim de calcular a dose indicada de insulina e orientar quanto aos hábitos alimentares.

Diante de uma crise hipoglicêmica, a dica é consumir simples, como uma colher de mel, um copo de suco de laranja ou até uma colher de açúcar dissolvido em meio copo d’água. Diabéticos devem medir a glicemia cerca de 15 minutos depois da ingestão, seguido de um lanche saudável.

Felizmente, alguns hábitos simples ajudam – e muito – a evitar crises. Fazer refeições menores e mais próximas, consumir fontes de açúcar e proteínas antes de dormir e contar com acompanhamento nutricional, principalmente se o paciente for adepto de atividades físicas é essencial.

HIPERGLICEMIA

Contrário à hipoglicemia, este problema caracteriza-se pelo excesso de açúcar no sangue. Também aqui, os hábitos de vida são considerados decisivos, uma vez que o consumo desenfreado de carboidratos, aliado ao e estresse excessivo, são gatilhos importantes.

A taxa é considerada expressiva quando apresenta-se superior a 110 mg/dL em jejum e acima de 200 mg/dL até duas horas após uma refeição. São dois os fatores que corroboram com a hiperglicemia:

  • Produção insuficiente de insulina pelo sangue, que prejudica a absorção da glicose. Costuma ser muito comum em pessoas com diabetes tipo 1;
  • Resistência à insulina pelas células, comum em pessoas com diabetes tipo 2 ou síndrome metabólica.

Os altos níveis de açúcar no sangue repercutem na urina, aumentando o volume e a vontade de urinar e, consequentemente, provocando mais sede. Além disso, outros sinais podem indicar um quadro hiperglicêmico. São eles:

  • boca seca (xerostomia);
  • aumento da fome e perda de peso;
  • fadiga;
  • dor de cabeça
  • visão turva;
  • enjoo;
  • cansaço.

Diante dos incômodos e após a confirmação da alteração no índice glicêmico, feita através do exame de glicemia em jejum, hemoglobina glicada ou exame de urina, o paciente deve buscar ajuda profissional para investigar se configura um quadro de pré-diabetes ou . Quando não controlada, a doença pode levar a complicações no coração, olhos, artérias, rins e nervos, podendo causar até a morte.

Porém, vale ressaltar que um episódio de hiperglicemia não significa que o indivíduo possui diabetes. Quadros pontuais, em decorrência da má alimentação, podem ocorrer, desde que não se tornem frequentes. A fim de evitar o problema e garantir taxas saudáveis, a dica é seguir uma dieta apropriada, , informar ao médico sobre medicamentos ingeridos e tomá-los nos horários indicados, dormir bem, controlar o estresse e, claro, monitorar a glicemia periodicamente.

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