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Direto de Brasília

Givago Tenório defende agilidade nos registros de agrotóxicos no Brasil


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— A regulamentação do emprego de agrotóxicos no Brasil condiciona o seu uso à aprovação por um conjunto de instituições — o Ministério da Agricultura, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Defesa Vegetal (Sindiveg), o tempo de desenvolvimento de um novo produto gira em torno de 10 anos e o seu registro, no Brasil, cerca de oito anos. Por isso, o setor [de defensivos agrícolas] tem se mobilizado para simplificar e acelerar os processos de registro de agrotóxicos, pois não se justifica espaço tão dilatado de tempo para registro de um produto — enfatizou.

Givago argumentou que o uso do herbicida glifosato — questionado recentemente na justiça — e de outros agrotóxicos, são fundamentais para a produção agrícola e a segurança alimentar, mas também ressaltou que isso não significa produzir sem atenção à saúde das pessoas.

— Certamente, não apoiaríamos concessão de registro a qualquer produto que ameaçasse a vida humana. Devemos promover maior atualização do Brasil com defensivos agrícolas mais eficazes e menos tóxicos por meio da agilização de seus registros; produtos que pudessem, por exemplo, substituir o glifosato, caso se comprovasse definitivamente o risco à saúde.

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