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Gestantes tem contraindicações a vacina do sarampo


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Desde o mês de julho, diversas cidades do País, como São Paulo e Rio de Janeiro, se depararam com uma onde casos de sarampo. Algumas prefeituras inclusive emitiram alertas à população, através de suas secretarias de saúde, falando de uma possível epidemia.

Para controlar este surto, os postos de saúde iniciaram campanhas de vacinação, mas o comparecimento não tem sido suficiente. Diante deste cenário, diversas ações tem sido realizadas em estações de metrô, supermercados e locais de grande movimentação para facilitar o acesso das pessoas à imunização.

Porém nem todos podem tomar a vacina. Mulheres gestantes, por exemplo, não podem ser imunizadas. A Dra Fernanda Torras, ginecologista, obstetra e mastologista explica que durante a gravidez, a imunidade da mulher sofre alterações, e tomar a vacina pode trazer consequências graves: “A vacina contém o vírus vivo atenuado, e, devido a imunidade mais baixa na gestação, pode levar a complicações como abortos, parto prematuro, pneumonite, insuficiência respiratória, convulsões, encefalite (infecção do sistema nervoso central) e catarata congênita nos fetos que adquiriram sarampo intra-utero, por exemplo”.

Em caso da gestante ser infectada, o é dado suporte clínico e tratamento das complicações apresentadas: Em alguns casos, podem ser administrados anticorpos para evitar que o quadro se agrave”, diz.

Portanto, a prevenção é a melhor forma de controle: “Sempre lavar as mãos, evitar contato com pessoas que apresentem sintomas de gripes, não compartilhar copos e utensílios e evitar colocar as mãos na boca e nariz”, recomenda.

Sobre Dra Fernanda Torras

Com formação pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, aperfeiçoamento em mastologia e oncoplástica pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, especializações em ginecologia e obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e mastologia pela Sociedade Brasileira de Mastologia, Dra. Fernanda Torras é uma equipe multidisciplinar em uma só pessoa.

Aos 35 anos, se tornou referência em saúde da mulher graças ao vasto conhecimento e experiência que adquiriu ao longo da carreira. Além disso, é mãe e tem uma forma simples e assertiva de explicar, inclusive, questões mais delicadas. Essa linguagem cria uma conexão com adolescentes e jovens mulheres, que compõe grande parte das pacientes de seu consultório – faixa etária que frequentemente negligencia visitas médicas de rotina.

Durante sua trajetória, atuou em hospitais como a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, um dos maiores da América Latina, onde pôde vivenciar diversos tipos de casos rotina médica, tanto do aspecto clínico, quanto humano. O tempo de prática em centros médicos de referência aguçou ainda mais seu senso de responsabilidade e empatia com as mulheres, valores que carrega de forma intrínseca em seu caráter, mas sempre se pautando pela ética.

Atualmente, Dra. Fernanda também é muito requisitada pelas redes sociais. Com mais de 10 mil seguidores em seu perfil de Instagram, leva diariamente informações de forma descomplicadas às pessoas sobre temas que, mesmo muito disseminados, ainda geram diversas dúvidas: gravidez, contraceptivos, câncer, implantes hormonais, entre vários outros.