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Família de funcionário dos Correios que morreu após contrair doença ‘do pombo’ em MT deve receber R$ 200 mil de indenização e pensão


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Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou com os Correios paguem indenização no valor de R$ 200 mil à mulher e à filha de um funcionário de morreu em 2017, após contrair ‘neurocriptococose’, também conhecida como “doença do pombo”. O G1 entrou em contato com os Correios e a assessoria informou que a empresa ainda irá se manifestar sobre a decisão.

Na decisão, a juíza Deizimar Mendonça, da 4ª Vara do Trabalho de Cuiabá, ainda determina que a família de Celso Luiz Gomes, de 47 anos, receba pensão. A mulher vai receber mensalmente o valor referente ao salário que o funcionário recebia.

Enquanto a filha terá direito a uma pensão equivalente à metade do valor do salário do funcionário, que será depositada em poupança e poderá ser retirada após ela completar 18 anos.

Segundo a magistrada, a pensão será paga a elas até a data em que o trabalhador completaria 75 anos de idade, conforme expectativa de vida prevista pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A intenção é garantir o sustento e o padrão de vida que a família tinha antes da morte do funcionário.

Celso Luiz teve morte cerebral após ser internado para tratamento da doença.

Ele trabalhava no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas, localizado em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, que à época teve infestação de pombos.

Após a morte, a unidade chegou a ser interditada por decisão da Justiça do Trabalho até que o local fosse dedetizado e limpo.

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