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Exportações sobem mais de 50% nos cinco primeiros meses de 2021 no Acre


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As exportações acreanas subiram mais de 50% nos primeiros cinco meses de 2021 e a balança comercial do estado registrou novamente saldo positivo em maio. Os dados são do Ministério da Economia, divulgados nesta quinta-feira (10) em relatório do Observatório do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre.

Conforme os dados publicados, no mês passado, o Acre exportou US$ 3,445 milhões e importou US$ 33,5 mil, resultando em um superávit na balança comercial de US$ 3,4 milhões.

Com esse resultado, o estado acreano fechou os cinco primeiros meses desse ano com um saldo recorde de US$ 22,878 milhões, superando em 50,4% o saldo do mesmo período de 2020 que foi de US$ 15,207 milhões.

Os dados apontam que o valor das exportações de maio de 2021 foi 3,46% superior ao valor de maio de 2020. Já o valor das importações apresentou uma queda de mais de 80% em relação ao mesmo mês no ano passado.

Nos últimos doze meses (junho de 2020 a maio de 2021) o auge do valor das exportações aconteceu no mês de março de 2021, com um total de US$ 7,3 milhões e o das importações foi registrado em novembro de 2020, com US$ 499,21 mil.

Principais produtos exportados em maio no Acre — Foto: Reprodução/Observatório do Desenvolvimento

Principais produtos exportados em maio no Acre — Foto: Reprodução/Observatório do Desenvolvimento

Saldo puxado pela exportação de madeira

Diferente do que vinha sendo registrado nos meses de abril março, quando a soja liderou as exportações acreanas, no mês de maio foram as exportações de madeira e seus derivados, junto com castanha do Brasil que puxaram o saldo positivo.

Os dois produtos florestais representaram mais de 75% de tudo o que o estado exportou no mês passado. Em seguida vieram os derivados de bovinos e suínos (14,2%) e o milho e a soja, que juntos representaram 8,1%.

No acumulado do ano, a madeira e a castanha representam 52,7% de tudo o que foi exportado, seguido pela soja e o milho (27,7%), e pelos produtos de origem animal (bovinos e suínos) com 14,4%. Nos primeiros cinco meses do ano, o maior destino foi o Peru com 26,7%, seguido pelos Estados Unidos com 14%.

Exportações em maio

  • Madeira e derivados – US$ 1,5 milhão
  • Castanha – US$ 1 milhão
  • Carne bovina e derivados – US$ 433 mil
  • Soja, milho e derivados – US$ 277 mil
  • Carne suína e derivado – US$ 62,5 mil

Exportações nos 5 primeiros meses

  • Madeira e derivados – US$ 6,8 milhões
  • Milho, soja e derivados – US$ 6,6 milhões
  • Castanha – US$ 5,8 milhões
  • Bovinos e derivados – US$ 2,3 milhões
  • Suínos e derivados – US$ 794 mil

G1.globo.com