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Elza Amorim Carvalho

Eu sou contra: Isolamento social, Lockdawn, toque de recolher, uso de máscaras – Por Elza Amorim Carvalho

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Desde o início desta infame pandemia que eu tenho dito a Igreja para reagir.
Porque, se a nossa fé não fizer total diferença, seremos apenas mais um.
Mas a única coisa que eu acumulei neste período foi a indiferença dos “irmãos”
No entanto, eu continuo a contrariar tudo e todos, me ponho contra todas as regras e normas que políticos, autoridades em geral, OMS e seja mais quem for tenha imposto ao povo.
Não se combate o mal promovendo o mal, não tem como salvar vidas levando-as para morrer de fome, isto é jogada de homens ruins que articulam para usurpar o poder, sem saber estes que estão sendo instrumentos nas mãos de Satanás para destruír as almas humanas.
Infelizmente, o mundo todo caiu no engodo maligno, e até os que dizem ter discernimento espiritual tombaram juntos.
Eu tenho gritado aos quatros ventos que o Isolamento social é a maior desgraça que poderia acontecer com a humanidade, iria causar surto psicótico, iria promover depressão, violência, fome, e provocar suicídios.
Toque de recolher, Lockdawn é um verdadeiro corredor da morte, iria aprisionar as pessoas de tamanha forma que estas perderiam as forças para reagir as tantas imposições de homens perversos. O medo e a opressão iriam dominar a mente, o psiquê das pessoas, estas estariam totalmente roubadas nas suas integridades.
O uso das máscaras, além de ser um teste do inimigo para implantar o sinal da besta, iria matar muitas pessoas,  muitos teriam infecção respiratória.
Quem assim me mandou alertar foi Deus.
Eu tenho conclamado, a Igreja precisa reagir, marchar, não concordar com essas loucuras, a nossa proteção vem de Deus e não de um pedaço de pano amordaçando as pessoas como gados.
Quem está no esconderijo de Deus não necessita de quaisquer atributos promovidos por homens más.
Jamais era para a Igreja do Deus vivo se curvar diante desta provida e chinesa pandemia.
Era para àqueles que servem ao Deus vivo, exercerem a fé verdadeira, consistente, genuína, a fé que remove montanhas, e não está fé raquítica, mórbida, que se apresentou.
Que diferença houve entre a fé do povo que se dizem de Deus dos demais? Nenhuma!
Todos foram tomados pelo mesmo medo, pela mesma opressão.
Quem deu crédito ao que eu disse?
Será que alguém conseguiu ver Deus em minha vida?
Até aqueles que eu achei que não iriam cair no laço do inimigo, caíram, se apresentaram nas mídias como amordaçados, de máscara.
Ah se realmente estes conhecessem o Deus vivo.
Oh Daniel, os três jovens da fornalha, oh Elias, Pedro e Paulo e tantos outros, que falta vocês fazem.
Pois, foi exatamente leis, normas e decretos de governadores, de prefeitos, de autoridades que vocês se recusaram a acatar, por isso que vocês entraram para a história como heróis de Deus.
Mas, fazer o que? A vida é feita de escolhas.
Enquanto a mim, eu contínuo isolada no meu posicionamento, literalmente tornei-me ilha.
O que eu já sofri de gracejos, zombarias, críticas, argumentos malignos não foi fácil. Mas sobrevivi…
Alerto de novo, que se preparem os que pregam o evangelho, vocês abriram crateras para o inimigo entrar, o que vocês serão afrontados, desafiados, humilhados e ridicularizados publicamente, não será brincadeira.
Mas do que se queixa os homens senão dos seus pecados? Agora vocês terão que suportar, caso contrário morrerão na fé.
Satanás nunca respeitou crentes frouxos, covardes.
Que pena que a Igreja deixou escapar por entre os dedos a oportunidade de conhecer o sobrenatural de Deus, assim como a abertura do mar, o caminhar ileso na fornalha acesa, a carruagem de fogo descer dos céus, que pena!
Que Deus tenha misericórdia dos seus remanescentes.
Pra. Elza Amorim Carvalho
# redes sociais

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