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Economia brasileira está se reerguendo, mas precisa da vacinação em massa, diz Guedes


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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na noite de ontem (7) que a economia brasileira está se reerguendo, mas ressaltou que é preciso avançar na vacinação em massa no país para sustentar o crescimento.

Guedes afirmou, após jantar do presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades do governo com importantes empresários em São Paulo, que a síntese do encontro foi, de um lado, vacinação em massa e, de outro, o avanço nas reformas estruturais.

Também presente ao jantar, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a dificuldade de se obter vacinas não é só no Brasil e defendeu uma união nacional para se obter os imunizantes.

Em sua fala após o encontro, Guedes disse também que o Brasil pode ter um crescimento acima do previsto para 2021, destacando que o governo trabalha com uma estimativa de aumento do PIB neste ano de 3,2% a 3,3%, enquanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) já projeta uma recuperação melhor, de 3,7%.

Segundo o ministro da Economia, houve um reconhecimento do trabalho que tem sido feito pelo governo. “Vamos transformar esta recuperação cíclica, baseada em consumo, em um crescimento sustentável”, destacou.

O ministro disse ainda que o governo vai trabalhar para atacar um problema no país: a renda. Ele ressaltou que, assim que a retomada do auxílio emergencial acabar, é preciso “aterrissar” em um programa social forte e sólido.

Estavam previstos no jantar nomes como André Esteves (BTG), Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), Rubens Menin (MRV) e Flavio Rocha (Riachuelo).

Importação de vacinas

O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Ítalo Fioravanti Sabo Mendes, decidiu também ontem (7) suspender liminares que permitiam a importação de vacinas contra a Covid-19 por entidades sem a necessidade de doação dos imunizantes adquiridos ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Uma lei aprovada pelo Congresso no final de fevereiro, no entanto, prevê que Estados, municípios e entidades privadas podem negociar vacinas, mas no caso das últimas, a exigência é que qualquer compra tenha que ser 100% doada ao SUS até que todos os grupos estabelecidos como prioritários no país sejam vacinados. Depois desse limite, ainda 50% das doses terão que ser doadas. (com Reuters)

Forbes Brasil