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Dólar opera em queda nesta sexta, no patamar de R$ 3,82

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O dólar opera em queda de mais de 2% nesta sexta-feira (8), no patamar de R$ 3,82, após fechar em alta de mais de 2% na quinta-feira, quando atingiu o maior nível desde março de 2016. O recuo vem após anúncio na quinta-feira do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, de que serão utilizados todos os instrumentos “necessários” para conter a pressão sobre o câmbio.

Por volta das 9h30, a moeda norte-americana caía 2,58%, vendida a R$ 3,8222. 

O BC confirmou o leilão de 15 mil contratos de swap cambial, equivalentes a US$ 750 milhões, além de 8.800 swaps para a rolagem dos contratos que vencem em junho. O BC pode oferecer mais contratos ao mercado a qualquer momento, mesmo durante o pregão, para conter a alta da moeda dos EUA.

Na véspera, o mercado deu sinais de um forte movimento especulativo, enquanto investidores demonstravam cautela diante das incertezas nos quadros fiscal e político.

Pregão anterior

No pregão anterior, a moeda norte-americana subiu 2,25%, a R$ 3,9233 – maior nível desde o dia 2 de março de 2016, quando o dólar fechou vendido a R$ 3,8885. Na máxima do dia, a moeda alcançou R$ 3,9674. O dólar turismo foi cotado a R$ 4,0894.

Pela manhã, em casas de câmbio consultadas pelo G1, o dólar foi negociado entre R$ 4,08 e R$ 4,35, já acrescido do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

O mercado financeiro viveu um dia de forte turbulência e sinais de um movimento especulativo, com o dólar disparando e a bolsa em forte queda. Apesar de ter se intensificado, a tendência negativa já vinha presente no mercado financeiro nas últimas semanas, em meio a incertezas sobre a recuperação da economia e dúvidas sobre o cenário eleitoral.

Turbulências nos mercados externos e a greve dos caminhoneiros agravaram esse movimento, mas na quinta houve ainda rumores de movimentos especulativos piorando o cenário.