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Deputado Max elogia ações de Mendes na economia, mas cobra foco na questão social


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Responsável pela administração financeira da Assembleia Legislativa de Mato Grosso-AL/MT, o primeiro-secretário Max Russi (PSB) elogiou as medidas econômicas tomadas pelo governador Mauro Mendes (DEM) nos primeiros 100 dias de Governo, mas cobra mais ações sociais, que em sua avaliação, ainda não aconteceram.

Declarado como independente, mesmo tendo sido opositor a Mendes durante o processo eleitoral, Russi elogiou os passos iniciais do Governo para equilibrar as contas, mas pediu mais atenção em áreas sociais.  

“Acho que o Mauro tem acertado em muitas ações. Eu não apoiei ele, não estive no palanque dele e o PSB não está na base do Governo, mas nas ações que são importantes para o Estado, nós não temos que pensar em política e temos que elogiar. Acho que nesses 100 dias ele ficou muito preso a questão econômica e agora daqui para frente ele terá que focar um pouco mais na questão social também”, disse o primeiro-secretário ao Olhar Direto.

Russi, por exemplo, não só votou pela aprovação da autorização para empréstimo de até 332,6 milhões de dólares Junto ao Banco Muncial como também defendeu a medida junto a colegas de parlamento. A mensagem foi aprovada com ampla maioria na AL e deve gerar economia de aproximadamente R$ 760 milhões nos próximos anos, segundo estimativa do Governo. 

Desde que assumiu o cargo, no dia 1° de janeiro deste ano, Mendes não mediu esforços e tem tomado medidas impopulares para, segundo ele, iniciar um projeto para daqui a dois anos resolver a caótica situação financeira do Estado.

Dentre as medidas, o governador decretou situação de calamidade financeira e conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa um pacote fiscal com cinco projetos: reforma administrativa, a criação de uma Lei de Responsabilidade Fiscal exclusiva para Mato Grosso, restrições à concessão da RGA dos salários, a alteração do conselho do MT-Prev , além do novo Fethab.

As ações acabaram causando já nas primeiras semanas de mandato uma crise com os servidores públicos do Estado, que chegaram a ocupar o plenário da Assembleia Legislativa para evitar que as matérias fossem votadas pelos deputados.

(Olhar Direto)