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Deputada Alessandra denuncia contrastes de Eirunepé em relatório de viagem ao município

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Lixão a céu aberto funcionado ao lado do abatedouro municipal,  falta de equipamentos no hospital,  infraestrutura e equipamentos sucateados para a Polícia Militar, feira no meio da rua, merenda escolar insuficiente, suspeitas de superfaturamento em compras públicas, professores à espera do pagamento do abono do Fundeb. Tudo isso em meio à construção de uma mansão do prefeito Raylan Barroso (Pros). Esses foram os contrastes sociais do município de Eirunepé denunciados pela deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) durante a sessão desta terça-feira, 26 de junho.

Em sua fala no grande expediente, a deputada relatou os principais pontos de sua visita ao município realizada no dia 16 deste mês. Na passagem por Eirunepé, Alessandra conheceu in loco várias denúncias encaminhadas anteriormente pelo vereador Fred da Civil (PMN), principal nome da oposição ao prefeito da cidade.

“Em Eirunepé, se chover é lama e der sol é só poeira porque o município precisa de asfalto. Ironicamente, o prefeito constrói uma mansão que afronta as pessoas porque na frente dessa casa a rua é péssima e próximo dali tem pessoas morando dentro de um lixão que fica ao lado do abatedouro municipal”, disparou Alessandra.

Entre os diversos problemas relatados na tribuna, a parlamentar destacou a falta de remédios e equipamentos no Hospital Regional Vinícius Conrado, que funciona em regime de gestão compartilhada entre Estado e Município. A incubadora não funciona e também não há internet para transmissão de dados de exames feitos no município. Outro problema é constatado é o sucateamento da autoclave hospitalar, equipamento destinado à esterilização de artigos médico-hospitalares.

“Além disso, tem um problema que é crônico que eu falo aqui desde o início do mandato. Talvez se nós tivéssemos umas 10 mulheres no próximo mandato a gente conseguisse fazer mamógrafos funcionarem aqui no Amazonas. Lá (em Eirunepé) tem um mamógrafo que, como em todos os interiores do Amazonas, está parado há anos. Desde 2015 quando cheguei nessa Casa os mamógrafos não funcionam”, completou Alessandra.

A deputada disse que vai encaminhar todas as denúncias constatadas durante a viagem a Eirunepé aos órgãos competentes, como Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas do Estado.