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Defesa Civil orienta economia de água durante período de seca em Cuiabá


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Nesse período de estiagem, o consumo de água nas residências da capital aumenta 30%, de acordo com a concessionária Águas Cuiabá. Sem chuva, o nível dos rios está cada vez mais baixo.

Se essa situação se agravar, o abastecimento pode ser prejudicado, resultando na falta de água para população. Por causa disso, a concessionária orienta a economia de água.

O nível do Rio Cuiabá, nessa época do ano, fica entre 30 e 40 cm. Segundo José Zanetti, diretor de Proteção e Defesa Civil de Cuiabá, o nível atual está em 29 cm, que representa uma cota abaixo da que deveria ser registrada neste período.

A Águas Cuiabá tem quatro sistemas de abastecimento: Central, Ribeirão do Lipa, Tijucal e Sul. Juntos são responsáveis por levarem água para 254 mil residências.

O diretor operacional André da Silva garante que não faltará água, pois a concessionária se preparou e muito teve investimentos mesmo com condição atípica. A barragem do Manso libera um volume de água para o Rio Cuiabá e o rio se mantém em uma altura razoável para distribuição para a cidade.

Para monitorar o nível dos rios e saber como está a saúde do solo em todo o estado, r recentemente Mato Grosso passou a fazer parte do programa Monitor de Secas do governo federal, conduzido pela Agência Nacional de Águas. Profissionais da Defesa Civil colhem as informações nos locais e fazem um mapa. As regiões mais castigadas pela seca são o Pantanal e o Baixo Araguaia.

Só deve chover, segundo a previsão, entre o final de setembro e começo de outubro. E esse ano será mais seco que no ano passado.

“Desde o ano passado, temos enfrentado período de seca. Em relação a esse ano, se pegarmos os dados de janeiro a junho, praticamente todo Mato Grosso choveu menos que o esperado. A expectativa agora de chuvas dentro da normalidade é só no fim do ano”, diz o climatologista Rodrigo Marques.

Enquanto a chuva não vem, a orientação é usar água de forma consciente

“Nesse momento, em plena estiagem, recomendamos o uso racional da água. Não desperdiçar, evitar lavar carro, evitar lavar quintal”, diz Zanetti.

G1.globo.com

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