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Criminosos clonam celulares e invadem WhatsApp de 5 deputados de Rondônia, diz ALE

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Cinco deputados estaduais tiveram as linhas de celulares clonadas e contas do Whatsapp invadidas por criminosos, segundo revelou a Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) nesta quarta-feira (4). Os números de telefones afetados pela invasão são os funcionais, ou seja, mantidos pela Assembleia.

Os deputados que tiveram os celulares invadidos são: Anderson Pereira (PROS), Ismael Crispim (PSB), Jair Montes (PTC), Jean Oliveira (MDB) e Rosângela Donadon (PDT).

A ALE informou ainda que os celulares usados por servidores da Casa de Leis também foram clonados.

Deputado Anderson registra boletim após invasão — Foto: Diêgo Holanda/G1

Deputado Anderson registra boletim após invasão — Foto: Diêgo Holanda/G1

De acordo com o legislativo, após assumirem os números usados pelos deputados, os invasores pediram empréstimos via transferência bancária e depósitos para várias pessoas.

A assessoria de comunicação da ALE não informou se os criminosos conseguiram obter algum dinheiro com as mensagens enviadas aos contatos dos deputados.

Os deputados estão registrando boletim de ocorrência por causa da invasão, e uma investigação deve ser aberta pela Polícia Civil, nas próximas horas, para descobrir os autores da invasão.

‘Monitoramento do invasor’

Ao G1, o deputado Anderson contou que os suspeitos, após assumirem domínio sobre o celular, começaram enviar mensagens aos contatos dele para pedir dinheiro nesta semana.

“Eu comecei a ver mensagens sendo enviadas do meu telefone e comecei avisar as pessoas que era golpe. Daí o invasor começou apagar as mensagens que eu dizia ser golpe, pois ele também lia as minhas conversas em tempo real”, conta.

Na terça-feira (3), o deputado conta que chegou uma mensagem pedindo para confirmar dados e ele então desligou o telefone. Quando reiniciou, descobriu que perdeu o acesso da conta corporativa no WhatsApp.

“Eu fui na Polícia Federal, mas eles avisaram que este caso seria conduzido pela Civil, então vim aqui fazer o boletim”, afirma.

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