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COVID-19: Sem leitos e com poucos médicos, Rondônia vive o pior momento da pandemia


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De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, devido a forte crise na saúde em todo o país, nenhum outro Estado recebe pacientes neste momento. “A taxa de ocupação de leitos de UTI está aumentando em todo o país e nós continuamos atendendo muitos pacientes do Amazonas. Precisamos nos conscientizar.”

Entre o índice de mortes de pessoas com comorbidades, os cardíacos lideram o ranking com 592 mortes em Rondônia, em seguida o de pessoas diabéticas com 488 mortes, além de 184 mortes de pessoas que possuíam problemas respiratórios e 273 pessoas que eram acometidas com outras doenças.

“O Governo de Rondônia tem trabalhado incansavelmente, mas a população também deve contribuir,  obedecendo as restrições, evitando aglomerações, usando máscaras e tendo o máximo de cuidado com a higiene pessoal”, enfatiza o secretário de saúde.

(Com Secom)

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