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Medicina

Conheça os principais sintomas da AIDS e o que fazer


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A AIDS é uma síndrome adquirida através do vírus HIV, que se trata de um vírus de imunodeficiência humana. Essa infecção pode ser resultado do contato de fluídos corporais e sangue. O HIV é responsável pelo desenvolvimento da AIDS, portanto, se trata de uma doença sexualmente transmissível (DST).

O HIV é responsável pela perda de capacidade do sistema imunológico. Sendo assim, ele atinge durante anos células que atuam na defesa do organismo, tornando a pessoa mais vulnerável a infecções e diferentes doenças. Quando o organismo perde sua total capacidade de combater vírus e doenças é que a AIDS é diagnosticada.

Se quer entender mais sobre a AIDS, quais as causas, sintomas e tratamentos para essa doença, continue a leitura!

Entendendo melhor a AIDS

Como dito anteriormente, a AIDS é resultado da multiplicação do vírus do HIV, atingindo o sistema imunológico e as células que atuam na defesa de doenças e infecções. Entre as células que são mais atingidas, estão os linfócitos T CD4 +.

O vírus da AIDS é tão potente, que consegue alterar o DNA das células que ele atinge e facilita a propagação. Sendo assim, a disseminação da doença no corpo se torna mais acelerada que o comum, atinge novas células e dificulta as chances de tratamento, já que é uma doença que, apesar dos estudos contínuos e anos de surgimento dos primeiros casos, ainda não há cura.

É importante lembrar que a AIDS se trata de uma IST, sigla utilizada para o termo de infecção sexualmente transmissível. Mas afinal, o que é isso?

Afinal, o que são infecções sexualmente transmissíveis?

Essas doenças são caracterizadas pelo diagnóstico advindo do contato de uma pessoa infectada, onde ocorre o contato de vírus, bactérias e demais microorganismos. Isso ocorre durante o ato sexual, podendo ser oral, vaginal ou anal. O meio mais eficaz de realizar a prevenção é utilizar camisinhas tanto masculinas quanto femininas.

Exemplificando o assunto, quando uma pessoa sem a presença do vírus no organismo se relaciona sexualmente com uma soropositiva — nomenclatura utilizada para pessoas diagnosticadas com a presença do vírus no organismo — sem a devida proteção, pode ocorrer a infecção.

Sendo assim, todo cuidado é pouco e com a utilização de preservativos é possível garantir segurança e a eliminação dos riscos.

Além do que já foi citado, uma IST pode ocorrer de mãe para filho durante uma gestação ou no processo de amamentação, por exemplo. Contudo, o tratamento eficaz colabora para a redução de sintomas e freamento da disseminação das células. É importante ressaltar que o tratamento é gratuito e garantido pelo governo brasileiro.

Há outros motivos que podem levar à contaminação com o HIV e, consequentemente, a AIDS. Por exemplo:

  • transfusão de sangue contaminado;
  • reutilização de agulhas e seringas;
  • instrumentos de perfurações ou cortes não esterilizados.

Saiba como funciona o diagnóstico

Antes de explicar como funciona o diagnóstico, é importante ressaltar que a testagem periódica e antecipada é uma grande aliada do tratamento e da redução dos impactos negativos. Além disso, realizando os testes é possível contar com tratamentos mais assertivos e aumentar a qualidade de vida.

Agora sim, caso você tenha passado por alguma situação de risco, como sexo desprotegido ou reutilização de seringas, procure centros de referências para a realização do exame. O teste de AIDS pode ser realizado de forma anônima, a fim de proteger a identidade e integridade do paciente.

Atualmente, há duas formas de coleta para o diagnóstico da AIDS, sendo a coleta sanguínea ou de fluidos orais, saliva. Há a possibilidade da realização de testes laboratoriais e dos testes rápidos, onde o resultado sai em até 30 minutos. O diagnóstico é dado quando é constatada a presença de anticorpos do HIV no organismo do paciente.

Nos exames laboratoriais são analisados os números de glóbulos brancos, mais especificamente CD4, já que são as principais afetadas pela disseminação do vírus. O número ideal para pessoas não infectadas é entre 500 e 1000 por mm3.

Em pessoas diagnosticadas, quanto menor o número maior as chances de riscos relacionados. Quando abaixo de 200, há riscos de infecções de doenças oportunistas. Outro ponto analisado, é a carga viral do paciente, quanto maior ela for, maiores as chances do sistema imunológico ser comprometido.

Conheça os sintomas da AIDS

Antes de tudo, é importante lembrar que uma pessoa pode ser infectada pelo HIV e passar a vida toda sem apresentar nenhum sintoma ou desenvolver a AIDS.

A primeira fase da infecção é conhecida como aguda, tempo de 30 dias para a instalação do vírus no organismo, após isso começam a surgir os primeiros sintomas. O período para o início da produção de anticorpos, pode levar de 3 a 6 semanas, esse intervalo entre esses dois períodos chama-se janela imunológica.

No início, os sintomas podem ser de febre e mal-estar, por exemplo, sendo bastante parecidos com os de um resfriado, facilitando para a doença passar despercebida.

Ao longo do tempo de infecção, por ser cada vez mais atacado, o sistema imunológico para de responder até mesmo a infecções simples, como a urinária, por exemplo. Com isso, é comum que a pessoa acometida fique doente com mais frequência e leve mais tempo para conseguir se recuperar.

Outros sintomas que são característicos da AIDS, são:

  • diarreia frequente;
  • suores noturnos;
  • sensibilidade a luz;
  • candidíase oral;
  • feridas bucais;
  • perda exagerada de peso.

Além dos sintomas citados, algumas doenças, conhecidas como oportunistas, podem surgir com facilidade, já que o sistema imunológico está defasado. As principais são:

  • hepatites;
  • tuberculose;
  • pneumonia;
  • toxoplasmose;
  • meningite criptocócica;
  • salmonella;
  • câncer.

Tratamento para a AIDS

Os medicamentos para o controle da AIDS, já que ela é uma doença que ainda não tem cura, são os conhecidos como ARV — antirretrovirais, que atuam no impedimento da multiplicação do vírus no organismo humano.

Portanto, é essencial que ao ser diagnosticado, o paciente comece a utilizar esses medicamentos, a fim de aumentar o tempo e qualidade de vida. Além disso, com a utilização desses medicamentos é possível reduzir as infecções e aparecimentos de doenças oportunistas.

É importante ressaltar que todos medicamentos para tratamento da AIDS são garantidos e distribuídos para todas as pessoas infectadas gratuitamente.

Entenda como se prevenir

Como dito anteriormente, a AIDS se trata de uma IST – infecções sexualmente transmissíveis, ou seja, a melhor forma de atuar na prevença de DSTs é utilizando preservativos para relações sexuais em sua totalidade. Outra forma de prevenção é a realização constante de testes e tratamentos alternativos como, por exemplo, a PEP.

A PEP é um tratamento para casos de urgência à base de medicamentos que reduzem significativamente as chances de infecções. Por se tratar de um tratamento de urgência, deve ser realizado após 2 horas do contato com o vírus e em no máximo 72 horas. O tratamento tem duração de 28 dias e o paciente é acompanhado pela equipe de saúde.

É importante ressaltar que o PEP é um tratamento com a utilização dos ARV — medicamentos antirretrovirais, ou seja, indicado para qualquer tipo de IST e não somente para a contaminação pelo HIV.

Quando diagnosticada, é possível, e indicado, continuar prevenindo o avanço da doença, assim é possível reduzir danos e impedir que novas doenças graves surjam e compliquem ainda mais o quadro do paciente.

Semprebem.paguemenos.com.br

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